Para alcançar democraticamente todos os públicos e atender suas necessidades especiais, projetos devem oferecer acesso inclusivo.

A nova legislação, publicada no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF), na última semana de maio, determina que projetos culturais com verbas do GDF devem garantir acessibilidade para pessoas com deficiência visual. A medida, sancionada pelo governador, vale para qualquer categoria de financiamento público pelo Governo do Distrito Federal. Entre esses projetos, figuram teatro, cinema, capacitação, entre outros.


O projeto de capacitação Território Criativo é um dos exemplos que já seguem a nova legislação, cumprindo com as exigências e oferecendo cursos de formação e qualificação em acessibilidade. Além do foco na descentralização das oportunidades à classe cultural do DF, o projeto propõe-se a amenizar as dificuldades de acesso à formação, proporcionando condições para participação em seus cursos, com segurança e autonomia, àquelas pessoas com deficiência ou com mobilidade reduzida.

Uma de suas mais importantes premissas solidárias, a acessibilidade é também vislumbrada pela organização do Território como um trunfo para alcançar êxito financeiro em projetos culturais dessa categoria. Isto é, um projeto cultural precisa ser acessível, não apenas pela necessidade de inclusão, mas por ser estratégico do ponto de vista econômico. Reforçar a abertura de oportunidades de capacitação, treinamento e formação a este público, ao longo de todo o cronograma do projeto, amplia significativamente as portas para um maior número de participantes, consolidando o público-alvo como mais democrático e, certamente, maior que o projetado.

Mas o que torna o Território Criativo acessível? Além de ter a acessibilidade como um de seus eixos temáticos, no qual está incluída a formação específica em Acessibilidade Cultural, — em breve, estará o curso de Audiodescrição —, as lives do projeto são realizadas com intérpretes de libras e todas as postagens da página contam com descrição textual de imagens para pessoas cegas e/ou com baixa visão.

De acordo com Cássia Lemos, coordenadora do Território, “para que um projeto seja acessível, é necessário que esse processo faça parte do início da construção da ideia. Quando pensamos em algo dentro de um desenho universal, automaticamente estamos incluindo todas as pessoas e mantendo a saúde financeira do projeto. A acessibilidade não deve ser um ‘anexo’ das ações culturais, e sim fazer parte de um todo. Estima-se que 4,8% da população do DF possui algum tipo de deficiência (fonte: Codeplan - Pesquisa Distrital por Amostra de Domicílios – PDAD, 2018), e quando defendemos que a cultura e a arte devem ser apreciadas por todas as pessoas, precisamos pensar que muitas vezes elas não têm esse direito garantido devido à falta de acessibilidade aos bens culturais produzidos em todo o DF.”

Posto que o cultural é um dos setores mais prejudicados com as restrições sociais impostas pela pandemia, pensar em aspectos micro, mas de importância macro, é essencial para dar seguimento às iniciativas da classe. Com essa filosofia, oferecem uma alternativa para quem deseja aprender, reciclar conhecimentos ou aperfeiçoar o que já domina, de modo solidário e economicamente viável.

Anderson Tabuh, professor do curso de Acessibilidade Cultural, pontua sobre o que significa deficiência e a necessidade de reflexão sobre o tema com uma visão mais crítica e informada: “vinte e quatro por cento da população brasileira tem alguma dificuldade física, sensorial ou intelectual. São pessoas com impedimento visual ou auditivo, enfim, de qualquer tipo. Mas isso não representa a deficiência. Ela surge quando a pessoa que tem um impedimento entra em contato com uma barreira. E a barreira está fora do corpo dessa pessoa. Então, é necessário mudar esse pensamento, porque ele abre a possibilidade de culpabilizar a pessoa pela deficiência, quando o problema, na verdade, reside fora dela. Essa mudança de pensamento pode facilitar a relação com pessoas, instituições e projetos de toda categoria”.


Serviço: Território Criativo — Nova Temporada.
Rede social: no Instagram, @territoriocriativodf .
Site: http://territoriocriativo.com.br/

 



No próximo dia 24 (quinta-feira) o Assados do Fred, a maior e única parrilla de Street Food da Cidade Parque lança uma programação gastronômica tipicamente junina aliada ao seu cardápio especial de carnes na parrilla

 

Para quem estava com saudades das comidas típicas de festa junina, eis que chega uma grande novidade no dia de São João (24). O Assados do Fred, primeira parrilla de rua de Brasília, lança uma temporada dos quitutes da época com o São João na Parrilla. A ideia é apresentar um cardápio típico juntamente com as carnes nobres preparadas especialmente para seus clientes. A programação gastronômica contará com ancho, chorizo, tomahawk, filé de sobrecoxa, legumes defumados e outras delícias e é claro que não poderá faltar a fogueira salsichão, chocolate quente, canjica, doces típicos e marshmallow assado para as crianças, tudo isso em um só lugar.

Para você que esperou o ano todo para curtir o clima e as comidas típicas de festa junina, o São João na Parrilla, que vai acontecer entre os dias 24 de junho e 24 de julho, promete ser regado à comes e bebes em um ambiente gostoso, aberto, arejado e muito seguro,

O local terá atendimento a partir das 18h, nas quintas e sextas-feiras e no horário do almoço (a partir de 12h), aos sábado e domingo.

Campanha Aconchego

A festança vem acompanhada de solidariedade. O mês de junho, caracterizado pelo clima seco e frio, afeta os mais vulneráveis da Capital Federal, e com um a intenção de ajudar esse público, o São João na Parrilla será palco para aquecer os que precisam. Durante o período junino e julino, quem quiser ajudar- basta levar até o Assados do Fred um agasalho ou cobertor e depositar nas caixas que ficarão no local à disposição. Em forma de agradecimento, os clientes doadores receberão um kit de doces juninos (uma trouxinha recheada de doces típicos). Quem quiser, poderá doar agasalhos, cobertores e tudo que possa aquecer o frio de adultos e crianças em situação de rua.

Depois de tanta notícia boa, agora é só aguardar o dia a aproveitar essa temporada junina que vai ser pra lá de bão, Sô!

Serviço:

Endereço: SQS 306 – Entrada da Quadra -Brasília – DF

Contato:(61)3256-8384
Horário: Quintas e Sextas-Feiras Das 18 às 22h30 e Sábado e Domingo de 12h às 16h



       Inaugurada no auge da pandemia, a Gelatte di Gàbi chegou em novembro de 2020, em Brasília, com uma proposta totalmente autoral com o objetivo de elaborar gelatos que surpreendam o paladar com sabores verdadeiros

 

Os moradores de Brasília, que apreciam um legítimo gelato, agora podem comemorar a chegada de uma grande novidade: a Gelatte di Gàbi. Oriunda da capital de São Paulo, a gelateria nasceu em 2013 com a ideia de fazer um gelato tipicamente italiano adaptado ao clima do Brasil. Mas até chegar à Capital Federal, a casa passou por um processo de crescimento e amadurecimento.

 

Quando tudo começou

 

Tudo começou em outubro de 2013, quando a empresa abriu as portas e teve a presença forte e atuante de Jany Fernandes, na época atuava como atendente, e que ao se interessar em aprender o processo da fabricação do sorvete, passou a gerenciar a empresa.  A Gelatte di Gàbi ganhou o gosto popular dos moradores de São Paulo, principalmente de Bruno Fares, que passou a ser frequentador assíduo da loja. Em 2017, a paixão pelo sorvete de Bruno aliado à técnica da elaboração do insumo de Jane fez surgir uma nova possibilidade para a empresa: a unidade estava prestes a fechar as portas e encontrou um novo caminho para continuar encantando os fãs de gelato. Com isso, os dois resolveram se unir e nasceu a sociedade mantendo a empresa em plena operação em solo paulista.

 

Nesse processo, a empresa cresceu em São Paulo, mas com a chegada da pandemia, tirou do papel um plano audacioso. Visionário, Fares ao estudar o mercado, constatou que trazer a gelateria para a Capital Federal era estratégia acertada para a continuidade da empresa. Por isso, no meio da pandemia, em novembro de 2020, os empresários resolveram aterrissar no Planalto Central.

 

Gelatte di Gàbi: mais do que artesanal, autora das próprias receitas

 

A empresa nasceu com a ideia de trazer um gelato tipicamente italiano, mas adaptado ao clima brasileiro. A gelateria, totalmente artesanal, produz sua matéria-prima no próprio laboratório. “A base do gelato é feita na própria empresa e as frutas compradas diretamente na Ceasa. Optamos em fazer o processo do zero. Mais do que artesanal, somos autores das nossas próprias receita”, explica um dos proprietários, Bruno Fares.

 

Uma característica importante é que o sabor da matéria prima é predominante. 80% do sorvete de melancia, por exemplo, é a própria fruta. Como objetivo principal, a empresa preserva o sabor real do gelato, seja fruta ou outro ingrediente que compõe a receita. Além disso, todos os gelatos de frutas são zero lactose, pois são feitos da própria fruta e à base de água, podendo assim, ser denominado como sorbet, mas sem perder a cremosidade. O compromisso da entrega dos sabores é um dos valores da Gelatte di Gàbi.

 

O cardápio da casa é diversificado e além dos 250 sabores, a gelateria criou o Cookão (R$52,00), um cookies gigante com 290 gramas de massa de baunilha e 60 gramas com pura alegria de nutella. A iguaria, acompanhada de quatro bolas de gelato no sabor que o cliente escolher e de uma porção generosa de chantilly, pode servir até quatro pessoas e é uma opção diferenciada de sobremesa.

 

Com o viés totalmente inovador, a casa criou o sabor “Tristão e Isolada”, uma versão moderna ao tradicional Romeu e Julieta. Saindo dos padrões convencionais, foi feita a junção de gelato de catupiry e calda de amarena, uma espécie de cereja silvestre. Não menos importante, a gelateria criou o sabor que caiu no paladar do braziliense: Camarelo com Cookies.

 

A Gelatte di Gàbi também oferece a possibilidade criar gelatos de qualquer fruta que o cliente imaginar, por ser uma empresa autoral que desenvolve todas as receitas.Entre os sabores inusitados, destacam-se os de caipirinha, Jack Daniels Honey, Jack Daniels com Bacon e o próprio gelato de bacon.

 

No cardápio também tem versões sem lactose, sem açúcar e sem os dois ingredientes, que é o caso do sabor “zeríssimo”, um gelato de cacau 100%, à base de água e adoçado com stevia.

 

A casa está aberta de terça a domingo, das 12h às 20he está presente no Ifood e para take-out. 

 

Crédito da foto: Richard Cheles

 

 

Serviço:  Diretamente de São Paulo, desembarca, na Capital Federal, gelateria pioneira em sabores inusitados

Endereço: EQN 110/111, Bloco A, Loja 6, Térreo – Plaza Norte Shopping -Asa Norte
Whatsapp: (61) 98611-8543

Instagram: @gelattedigabi

 

 

Dias e Horários de Funcionamento: De terça a domingo, das 12h às 20h (presencial e sistema take-out)

Entregas: Aplicativo Ifood

A gelateria recebe os cartões das principais bandeiras, nas versões crédito e débito, dinheiro e PIX.




Os quitutes dessa época festiva são garantidos pela chef Ana Cláudia Morale que criou o projeto gastronômico temático: Lampião e Maria Bonita

Junho lembra arraiá, que lembra fogueira, trajes caipiras, mas principalmente muita comida boa. Além do clima gostoso das comemorações, os quitutes são os mais aguardados por todos. E é por isso, que a chef Ana Cláudia Morale garante um cardápio pra lá de típico para fazer a festança em família. O menu foi elaborado nas versões doces e salgadas e os interessados poderão receber as iguarias no conforto do seu lar.

A caixa Lampião contem caldo verde, galinhada e o famoso carreteiro, por um valor de R$120,00. Já para os amantes dos docinhos, a caixa Maria Bonita oferece canjica de coco e amendoim, bolo de fubá e erva doce, cocada e chocolate quente belga, no valor de R$140,00. Cada kit junino serve cerca 4 pessoas.

 Os pedidos podem ser realizados com a própria chef, por meio do telefone (61) 98203 -1526 (WhatsApp) e as entregas serão gratuitas e feitas em todo o DF.

Chef Ana Cláudia Morale

Com descendência italiana, essa chef brasileira tem o coração na terra das famosas massas e representa em seus pratos os ensinamentos da Nonna que a criou. Publicitária de formação, mas confeiteira de coração e talento nato, Ana Cláudia Morale é integrante da Federação Italiana de Cozinheiros – FIC BRASILE, desde 2018. Trabalhando com gastronomia desde 2007, Ana Cláudia trilha a sua caminhada por passos gastronômicos, sendo participante de eventos como Mesa A Vivo, Beba do Quadrado, Pátio Varanda, além de ministrar aulas no Espaço Pátio Gourmet. A Chef também fornece cursos particulares de confeitaria e atua como personal chef em eventos gastronômicos.

Serviço: Anarriê, sô! Lampião e Maria bonita mandam avisar que vai ter festa junina sim senhor!
 Valor: R$140,00 cada caixa
Entregas: Gratuitas
Localização: Em todo oDF
 Pedidos por encomendas diretamente com a chef Ana Cláudia Morale: (61) 98203 -1526
 

 

Iolando observa que proposta atende a pleito dos aprovados em seleções do Corpo de Bombeiros e da PMDF, “os quais tiveram prejudicados, parcialmente, os respectivos cursos de formação em função da paralisação das aulas presenciais”

Foto: Silvio Abdon/CLDF



A Câmara Legislativa apreciou, na noite desta terça-feira (15), projeto de lei que reconhece como serviços essenciais os cursos de formação profissional obrigatórios às carreiras de segurança pública – os quais constituem etapa de concursos públicos. O PL nº 1.277/20, de autoria do deputado Iolando (PSC), visa a garantir a continuidade desses cursos mesmo em situações de calamidade, de emergência ou de pandemia. O texto foi aprovado em primeiro turno, devendo passar por uma nova votação em plenário antes do final deste semestre.

Conforme justificou Iolando, a proposta atende a pleito dos aprovados em seleções do Corpo de Bombeiros e da Polícia Militar do DF, “os quais tiveram prejudicados, parcialmente, os respectivos cursos de formação em função da paralisação das aulas presenciais”.

Denise Caputo – Agência CLDF


Clima favorável e o projeto ousado da Vinícola Brasília têm tudo para atrair turistas e projetar vinhos de alta qualidade no Brasil e no exterior

 


Visita técnica ao projeto da Vinícola Brasília. Foto: Cláudio Gerber/Setur-DF

 

Quem poderia dizer que o Planalto Central, que foi escolhido para abrigar a capital federal há 61 anos, poderia também se tornar uma das melhores regiões produtoras de vinho de alta qualidade? O feito tem dois ingredientes: clima propício e vontade de fazer. O sonho começou quando dez amigos agricultores decidiram entrar na vitivinicultura para competir com as melhores vinícolas do Brasil e do mundo. Esse sonho ganhou força e robustez com a criação, em maio deste ano, de um Grupo de Trabalho (GT) formado por 22 entidades e coordenado pela Secretaria de Turismo do DF (Setur-DF) e pela Superintendência Federal de Agricultura do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (SFA/Mapa).

 

O GT do Enoturismo tem como meta inserir a Vinícola Brasília na rota do enoturismo nacional e internacional. Fazendo parte das atividades, a Setur-DF e a SFA coordenaram uma visita técnica, nessa terça-feira (8), aos empreendimentos vitivinicultores que integram a vinícola, localizada no Programa de Assentamento Dirigido do Distrito Federal (PAD-DF). O encontro com os empresários fez parte de uma extensa agenda criada para estruturar e fortalecer o enoturismo na região.

 

Participaram da agenda de trabalho representantes dos órgãos do GT e sócios de alguns dos empreendimentos que formam a Vinícola Brasília, entre eles a Villa Triacca Pousada e Vinhos, Ercoara Cordeiro e Vinho, Oma Sena, Casa Vitor, Vinícola Marchese e Horus Vinhos e Vinhedos. Também acompanharam a visita o presidente do Sindicato de Turismo Rural e Ecoturismo do DF e Entorno, Fernando Mesquita; o presidente da Associação Comercial do DF, Fernando Brites, e o administrador de Planaltina, Célio Rodrigues.

 

A secretária de Turismo do DF, Vanessa Mendonça, que coordenou a reunião, destacou que o enoturismo no DF vai se tornar uma realidade, pois a união da iniciativa privada e de órgãos distritais e federais é imbatível. “O nosso governo é de ação e o momento agora é de agir. Esse grupo de dez empresários começou do zero, acreditou. Nossa missão agora é unir forças, estruturar, qualificar e promover o enoturismo do DF, que é um segmento muito forte dentro do turismo mundial. Vamos transformar Brasília também como a capital do enoturismo do Brasil”, afirmou a secretária.

 

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Secretária de Turismo do DF, Vanessa Mendonça, durante visita técnica aos vinhedos do PAD-DF. Foto: Aurélio Pereira/Setur-DF

 

Cada empreendimento que compõe o projeto está se estruturando para colocar a região no roteiro do enoturismo nacional e internacional. O segmento, no entanto, está sendo projetado para ser o guarda-chuva para a oferta de outros produtos, como ecoturismo, turismo rural, gastronômico, turismo de contemplação e artesanato. De acordo com a vocação de cada propriedade, os empresários estão se organizando para oferecer experiências múltiplas em suas fazendas.

Rota dos Vinhedos

 

O proprietário da Villa Triacca Pousada e Vinhos, Ronaldo Triacca, falou que agora é o momento de planejar e dar corpo ao projeto do enoturismo, que já está se estruturando pelas mãos dos empreendedores da Vinícola Brasília. “O trabalho que está sendo liderado pela Setur-DF e pela SFA, juntamente com as outras 20 entidades, vai permitir que, ao lançarmos a Rota dos Vinhedos, nós, empresários, já estejamos organizados e estruturados. Os amantes do vinho chegarão aqui e vão se surpreender com a qualidade das bebidas e da estrutura que vão encontrar. O trabalho conjunto visa nos colocarmos como umas melhores vinícolas do mundo”, garantiu o empresário.

 

Segundo o presidente da Associação Comercial do DF, Fernando Brites, precisaram passar 60 anos para a Secretaria de Turismo descobrir o turismo da capital e mostrar o potencial dos vários segmentos locais. “Os vinhedos representam um grande mercado turístico no mundo inteiro. O trabalho da Vanessa Mendonça está viabilizando a estruturação desse sonho e de um setor que gera emprego”, considerou Fernando Brites.

 

Grupo de Trabalho