A obra terá início ainda em setembro e beneficiará milhares de pessoas que transitam por lá todos os dias

O deputado distrital Hermeto (MDB) articulou junto ao GDF o recapeamento de toda a via do contorno no Núcleo Bandeirante. A via é uma das principais da região administrativa e está localizada ao fundo da cidade, próximo à entrada da Vila Cauhy. A obra será realizada através de uma parceria entre a Secretaria Infraestrutura e Obras do DF e a NOVACAP.

“Tenho recebido inúmeras reclamações, considerando que a região carece de revitalização e urbanização adequada, o qual vai melhorar à mobilidade urbana. Motivo pelo qual solicitei providencias ao GDF ” Afirmou o deputado Hermeto.


A população em geral vem reivindicando a implementação de medidas destinadas a promover a recuperação asfáltica da via que é a entrada da Cidade para quem vem do aeroporto, assim bem como o acesso ao terminal rodoviário.

“A falta da manutenção das vias públicas dificulta a circulação segura dos veículos, motos, ônibus, bicicletas e pessoas.” Cláudio, morador do Núcleo Bandeirante.

Com início previsto para o mês de setembro, a população aguarda que a obra esteja concluída ainda este ano, preparando a via para o aumento da movimentação de veículos que ocorrerá com a volta das aulas.

Por Larissa do Vale.




 



O parlamentar pede a inspeção do valor abusivo cobrado por alimentos nos mercados


Bolsonaro e Delmasso estão de olho no valor abusivo cobrado por alimentos nos mercados. Foto: Facebook.

Nos últimos dias, moradores do DF depararam-se com o preço do saco de arroz por até R$ 30,00 reais, valor que antes da pandemia da Covid-19, era de R$ 8,00 reais em diante. Por isso, nesta terça-feira (15), o deputado Delmasso (Republicanos-DF), enviou uma representação ao Instituto de Defesa do Consumidor (Procon) solicitando a fiscalização para averiguar se há cobrança abusiva ao consumidor. 

A representação enviada por Delmasso, com pedido expresso de urgência, foi enviada nominal ao diretor do Procon, Marcelo Nascimento. “Solicito que seja fiscalizada a prática abusiva de elevação de preços nos itens da cesta básica, eventualmente cometidos por estabelecimentos comerciais do DF, ação que fere o Código de Defesa do Consumidor”, afirma o parlamentar através do documento. 


Além do arroz, outros itens estão mais caros nas prateleiras. Essa é a percepção do Antônio João Silva, microempresário, ao fazer compras para a sua casa e para o seu empreendimento, uma confecção de bolos: "Percebi uma grande diferença nos valores de itens básicos, como óleo de soja, papel higiênico, cuscuz, entre outros. Realmente a alta no preço do arroz é o mais gritante". Esses preços absurdos precisam ser fiscalizados, pois a população mais carente não tem condições de colocar comida na mesa.


Frente de partidos asseguram vitória de Pábio em Valparaiso. A dois dias do fim das convenções, os partidos intensificam a realização do evento que homologa as chapas para disputar prefeituras e câmara municipais



Em Valparaiso, o prefeito Pábio Mossoró verá seu nome ser homologado na convenção que acontece hoje, dia 15. No ato serão, também, consolidadas as alianças com PDT, Podemos, Avante, PSB, PSC formando uma ampla frente que dará a reeleição ao atual prefeito.


Na tarde de hoje,14, Pábio Mossoró recebeu ao lado da presidente do PSC, Bone da Saúde, o deputado distrital, Iolando que foi eleito pelo PSC com 13 mil votos e ocupa uma das 24 cadeiras da Câmara Legislativa do Distrito Federal. “Quero agradecer o apoio do PSC do DF, ao nosso projeto de seguir trabalhando por Valparaíso de Goiás. Nossa cidade precisa seguir em frente, e o apoio de vocês é fundamental”, disse.

Convicto de sua reeleição no próximo dia 15 de novembro, Pábio agradeceu o apoio dos partidos. “Agradeço pelo apoio e confiança. Juntos construiremos um dinâmico e progressista plano de governo para nossa cidade, frisou Pábio.


Frente de partidos asseguram vitória de Pábio em Valparaiso. A dois dias do fim das convenções, os partidos intensificam a realização do evento que homologa as chapas para disputar prefeituras e câmara municipais



Em Valparaiso, o prefeito Pábio Mossoró verá seu nome ser homologado na convenção que acontece hoje, dia 15. No ato serão, também, consolidadas as alianças com PDT, Podemos, Avante, PSB, PSC formando uma ampla frente que dará a reeleição ao atual prefeito.


Na tarde de hoje,14, Pábio Mossoró recebeu ao lado da presidente do PSC, Bone da Saúde, o deputado distrital, Iolando que foi eleito pelo PSC com 13 mil votos e ocupa uma das 24 cadeiras da Câmara Legislativa do Distrito Federal. “Quero agradecer o apoio do PSC do DF, ao nosso projeto de seguir trabalhando por Valparaíso de Goiás. Nossa cidade precisa seguir em frente, e o apoio de vocês é fundamental”, disse.

Convicto de sua reeleição no próximo dia 15 de novembro, Pábio agradeceu o apoio dos partidos. “Agradeço pelo apoio e confiança. Juntos construiremos um dinâmico e progressista plano de governo para nossa cidade, frisou Pábio.

A caipirinha é uma bebida tipicamente brasileira e que tem muitos adeptos, principalmente em festas ou comemorações. Seu preparo, à base de cachaça, é considerado bastante simples e a combinação adequada de cada ingrediente pode ser o grande segredo para o sucesso do drinque



Em alusão ao Dia Nacional da Cachaça, comemorado sempre em 13 de setembro, que tal aprender a fazer aquela caipirinha perfeita? Para essa missão, contamos com a ajuda do sommelier Ivan Alves.   
O especialista pontua que executa algumas receitas do drinque mais famoso do Brasil há alguns anos. “É uma verdadeira explosão de aromas e nessa receita trago um sabor cítrico surpreendente”, destaca. As sugestões para a data são duas: caipirinha de limão taiti com toque de limão siciliano, e caipirinha de lima da Pérsia com toque siciliano. Apesar de parecidas, as receitas têm suas diferenças, que podem ser notadas no paladar. 

E para economizar na compra dos insumos, os atacarejos são as alternativas mais viáveis. O Fort Atacadista, por exemplo, traz grande variedade de marcas, com opções de pagamento diferenciadas por meio do Vuon Card. “Nosso objetivo é sempre diversificar os produtos para que os clientes tenham mais possibilidades de escolha e preços mais competitivos junto ao mercado. Trabalhamos com mais conhecidas como a de Salinas, Seleta, Jamel, Velho Barreiro, Camelinho, dentre outras”, pontua a coordenadora de marketing regional do Fort, Rafaellen Duarte.


Confira as receitas:

Caipirinha de limão taiti com toque de limão siciliano 
Ingredientes:
01 limão siciliano inteiro
½ limão siciliano (metade)
60 ml de cachaça (de sua preferência)
50 ml de xarope de açúcar
02 rodelas de limão (opcional)
01 galho de hortelã para decorar (opcional)
Gelo a vontade 
Servida em copos de 400 ml 

Modo de Preparo:
Corte o limão taiti e o siciliano retirando o miolo (parte branca do meio que amarga), sem descascar. Já sem as partes brancas, pique em pedaços menores, retire as sementes e coloque em uma coqueteleira. Adicione à coqueteleira 50 ml de xarope de açúcar e amasse bem com o macerador até extrair todo o suco. Coloque 60 ml de cachaça da sua preferência, 06 cubos de gelo, tampe a coqueteleira e bata por 10 segundos ou até gelar. Coe a mistura e sirva em um copo de 400ml. Complete com gelo, decore com rodelas de limão e o galho de hortelã, adicione um canudo e sirva em seguida. 

Caipirinha de lima da Pérsia com toque siciliano
Muito parecida com a receita anterior, porém com citrinos mais suaves e adocicados e um aroma que remete a flor de laranjeira.

Ingredientes:
½ lima da Pérsia
½ limão siciliano
60 ml de cachaça (de sua preferência) 
50 ml de xarope de açúcar
Gelo à vontade 
02 rodelas de lima da Pérsia ou limão siciliano para decorar (opcional)
02 galhos de hortelã para decorar (opcional) 
Servidas em copos de 400 ml

O modo de preparo é o mesmo do anterior, apenas substitua as frutas, caso não queira fazer com xarope de açúcar substitua por adoçante da sua preferência.

Preparo do Xarope de Açúcar por ml: 
No caso da utilização do xarope, a mistura fica mais homogênea na doçura, sem necessidade de bater na coqueteleira por muito tempo, ou ficar resíduo de açúcar no fundo do copo. Para cada 100 ml de água, acrescente 150 gramas de açúcar. Adicione a água em uma panela e leve ao fogo para aquecer, sem ferver. Antes de ferver a água, desligue o fogo, adicione o açúcar cristal e mexa até dissolver. Quando esfriar, coloque em uma garrafa para ficar fácil de servir. Guarde em geladeira fechado para conservar. Caso não queira produzir o xarope, para cada 50 ml, utilize 01 colher de sopa de açúcar.

Onde encontrar - Na rede Fort Atacadista, que possui três lojas no Distrito Federal, você pode aproveitar as ofertas exclusivas e adquirir os ingredientes necessários para a produção dos drinques em casa. As lojas funcionam de segunda a sábado, das 7h às 22h, e aos domingos, das 7h às 20h, nos seguintes endereços:
Sol Nascente | DF | Quadra QNP 27 Área Especial 01 S/N
Taguatinga| DF | Setor M Norte Qd. 1 Cj. A Lt. 1 – Av. Hélio Prates com M Norte
Ceilândia| DF | CNN 1 S/N | Centro


Em maio deste ano a convocação foi suspensa por conta da pandemia da Covid-19

Foto: Rogério Lopes.

No dia 03 de setembro o vice-presidente da Câmara Legislativa, deputado Delmasso (Republicanos-DF) enviou o ofício 315/2020 ao Comandante-Geral do Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal, Coronel Lisandro Paixão dos Santos. No documento, o parlamentar pede a nomeação dos 355 aprovados no concurso de 2017.

O ofício relata que, no dia 29 de maio de 2020 o Ato de Convocação foi suspenso sob a justificativa da pandemia provocada pelo novo coronavírus, assim como as medidas de enfrentamento decretadas pelo Governador do Distrito Federal.

A suspensão provocou uma série de prejuízos aos convocados, como aqueles que pediram demissão de seus empregos para assumir a tão sonhada vaga de bombeiro militar. E os candidatos que residiam outros Estados do Brasil, vieram para o DF com suas famílias, por terem sido convocados oficialmente, foram surpreendidos pela suspensão.

Apesar de todos os esforços para conter o avanço da corona vírus, a atividade de um bombeiro é essencial no combate ao COVID-19, e também, todos os seus efeitos na sociedade. Por isso, o trabalho de um oficial deve ser visto com extrema importância na estabilização da ordem e paz do Distrito Federal e não pode estar enquadrada nas mesmas regras de impedimento de exercício que outras atividades possuem.

No inciso IV do artigo 8° da Lei Complementar n° 173 de 2020 prevê uma ressalva que autoriza a nomeação de alunos de cursos de formação militar, dando continuidade da prestação dos serviços públicos essenciais, assim considerados aqueles que, se não atendidos, colocam em perigo a sobrevivência, a saúde e a segurança da população.

“Esses profissionais se arriscam por cada um de nós! O serviço que eles prestam é essencial para o DF, ainda mais nesse período tão difícil ”, comentou Delmasso.


 A pandemia de Covid-19 transformou a realidade mundial, paralisou economias e criou diferentes paradigmas para a sociedade. As pessoas se dividem entre o medo da doença e a necessidade de retomar a “vida normal”. De acordo com pesquisa Datafolha, 47% da população brasileira afirma ter muito medo do vírus - índice mais alto desde março, quando a pergunta passou a ser feita.

O cenário também afeta o mundo corporativo: empresas de todos os portes e setores precisam se adaptar a novos costumes para garantir a sustentabilidade dos negócios. Entre os consumidores, 95% desejam que as empresas implementem medidas de proteção física e distanciamento para mantê-los saudáveis, aponta o estudo Covid-19 Mindset, da FleishmanHillard. O levantamento aponta, ainda, que 91% dos clientes esperam que as companhias tomem várias medidas para ajudar os trabalhadores a se manterem saudáveis.

Do ponto de vista dos funcionários, 82% relatam a necessidade de adotarem medidas de distanciamento social, 66% precisam que os empregadores comuniquem mais e melhor, e 63% precisam de maior flexibilidade para realizar seu trabalho e equilibrar suas responsabilidades.

Já a pesquisa “O que esperar da volta para os escritórios?”, realizada pela Stilingue e In Press Oficina, analisou 84,4 mil menções nas redes sociais a respeito do sentimento geral sobre volta aos escritórios: 23% foram positivas, 23% neutras e 54% negativas. Apesar da prevalência de sentimentos negativos entre os usuários, perfis favoráveis ao retorno se manifestaram com maior frequência (23%) em relação aos que preferem ficar em casa (3%).

A volta ao trabalho foi atrelada à remuneração e à lembrança da antiga rotina. Por outro lado, os que defendem a permanência do home office citam o medo de colocar em risco a saúde de outros familiares, como mães e pais.

Do total de pessoas que mencionaram o retorno do trabalho presencial, 30% ressaltam a importância de medidas e protocolos de segurança para a volta dos funcionários. As principais ações citadas foram o uso de máscara (29%), disponibilização de álcool em gel (10,1%) e distanciamento entre pessoas (8,6%). A preocupação com segurança evidencia a necessidade de desenvolver, aplicar, comunicar e monitorar protocolos adequados.

Nesse contexto, o Sabin Medicina Diagnóstica e a In Press Oficina, em parceria, lançam uma consultoria especializada em protocolos de segurança sanitária e de comunicação para Covid-19 inédita no mercado. Com uma metodologia proprietária, a consultoria atua em três frentes estratégicas: mapear os riscos sanitários e de comunicação; criar protocolos de segurança sanitária e de comunicação integrados; e monitorar a conformidade na aplicação de protocolos. É um trabalho personalizado, desenvolvido de acordo com o segmento das empresas, perfil dos colaboradores e dos clientes ou consumidores.

 

Para a presidente-executiva do Grupo Sabin, Lídia Abdalla, o serviço reforça o compromisso do Sabin na ampliação da entrega de valor para as empresas no processo de retomada econômica. Além dos testes diagnósticos, o Sabin já assiste empresas nos setores de mineração, telefonia, farmacêutica, energia, construção civil e serviços no desenvolvimento de protocolos de segurança sanitária para apoiá-las na manutenção de suas operações produtivas junto aos seus funcionários e clientes.

A solução tem a finalidade de fornecer análise de todos os aspectos relacionados à saúde e à comunicação no que diz respeito à Covid-19. A consultoria oferece desde a visualização de possíveis riscos no processo de tomada de decisão sobre as atividades presenciais, passando pela construção de protocolos personalizados, treinamentos e capacitações de gestores e multiplicadores para implementação das novas rotinas que se impõem com a pandemia. As recomendações visam assegurar às empresas de diversos segmentos condições para atuarem de maneira segura e eficiente. “A ampliação do portfólio de serviços contribuirá para a gestão da saúde populacional das empresas, utilizando o conhecimento técnico-científico das equipes do Sabin que reúnem médicos de diferentes especialidades, bioquímicos, biomédicos e enfermeiros especialistas”, explica o médico Bruno Siqueira, diretor de relacionamento com o mercado do Grupo Sabin.

Patrícia Marins, CEO da In Press Oficina, lembra que neste cenário de incertezas e medo a prioridade é a segurança. “Queremos saber o que as empresas estão fazendo para nos resguardar da contaminação; se o processo produtivo ou o atendimento aos clientes é cuidadoso; se podemos confiar”. Segundo a executiva, tanto a In Press Oficina quanto o Sabin Medicina Diagnóstica vinham sendo demandados para oferecer soluções em suas respectivas áreas. “A nossa consultoria nasceu dessa necessidade de prover um planejamento sincronizado e completo, com uma visão abrangente, multidisciplinar e especializada nas áreas de saúde e de comunicação. É um encontro perfeito”, destaca.

 



Denúncias de exercício ilegal da advocacia e da administração de condomínios têm sido feitas junto à OAB/DF e ao CRA/DF. Elas motivaram a criação de um Grupo de Trabalho entre as duas entidades de classe


Délio Lins e Silva Jr., presidente da Ordem dos Advogados do Brasil, Seccional do Distrito Federal (OAB/DF), e Udenir Silva, presidente do Conselho Regional de Administração do Distrito Federal (CRA-DF), protocolaram, hoje (11), ação civil pública, junto ao Tribunal Regional Federal da Primeira Região (TRF1), contra duas empresas que oferecem, ilegalmente, prestação de serviços jurídicos e de administração de condomínios. Essas empresas e os seus responsáveis não têm registro na OAB/DF e nem no CRA/DF.

Denúncias de exercício ilegal da advocacia e da administração de condomínios têm sido feitas junto à OAB/DF e ao CRA/DF. Elas motivaram a criação de um Grupo de Trabalho entre as duas entidades de classe, coordenado pelo presidente da Comissão de Direito Condominial da OAB/DF, Almiro Júnior.

Esse grupo conta com a participação do presidente do Tribunal de Ética de Disciplina (TED) da OAB/DF, Antônio Alberto Cerqueira, do presidente da Subseção da OAB no Paranoá, Paulo Alexandre, do advogado e professor Anderson Machado e do advogado Erick Caldas.

Por parte do CRA-DF, fazem parte do grupo o presidente do CRA-DF, Udenir Silva, o presidente da Comissão Permanente de Ética e Disciplina do CRA-DF, Edmilson de Jesus Costa Filho, o presidente da Comissão de Facility no âmbito do CRA-DF, Andrei José Braga Mendes, e o administrador especialista em gestão condominial Cristiano Jorge da Silva.

O Grupo de Trabalho coletou, analisou e tabulou as denúncias, as propostas e os contratos de prestação de serviços, visitou, várias vezes, os sites e redes sociais das empresas. Acabou constatando que elas oferecem serviços sem observar as leis que regem a atividade da advocacia e da administração.

Verificou-se o exercício de atividades típicas da advocacia por quem não é advogado; a oferta de serviços advocatícios em conjunto com outra atividade profissional ou comercial; a mercantilização do exercício da advocacia; a captação em massa de clientes e a publicidade fora dos parâmetros permitidos para a advocacia, dentre outras condutas expressamente vedadas pela Lei 8.906/1994, que regulamenta o exercício da profissão, e pelo Código de Ética e Disciplina da Advocacia.

São ofertados serviços de administração de condomínios por empresas que não são registradas junto ao CRA e há o exercício da profissão de administrador por quem não é legalmente habilitado, práticas ilegais por serem contrárias às disposições expressas da Lei 4.769/65, que rege a atividade do administrador.

Além dessas infrações legais, não raro as condutas praticadas por essas empresas e seus prepostos, também, infringem as disposições da Lei de Contravenções Penais e os códigos Penal e de Defesa do Consumidor, causando danos a toda a sociedade.

Diante de tantas ilegalidades, do prejuízo à atividade da advocacia e do administrador, bem como, ao mesmo tempo e na mesma proporção, de atos lesivos à sociedade, a OAB/DF e o CRA/DF entenderam ser necessária a propositura da ação civil pública para coibir essas crescentes práticas.

O Presidente da OAB/DF, Dr. Délio Lins, afirmou que “a OAB, histórica defensora da legalidade, jamais poderia permanecer calada diante de tamanha ilegalidade, que atinge diretamente a classe dos advogados e a sociedade como um todo.”

Délio Lins demonstra especial preocupação com a jovem advocacia ao afirmar que “o exercício da advocacia, que já tem sido tão difícil em razão de outros fatores, é agravado com atitudes como as que estão sendo combatidas”.

Segundo Délio, “o jovem advogado tem experimentado grandes dificuldades para se estabelecer e se manter advogando, sendo que a captação em massa de clientes, a mercantilização da advocacia e a publicidade irregular da advocacia praticada por essas empresas, inegavelmente, contribui sobremaneira para o aumento dos entraves, fazendo com que muitos advogados desistam do seu sonho de advogar, conquistado com muito esforço pessoal, financeiro e familiar.”

O Presidente do CRA/DF, Udenir Silva, disse que “o exercício irregular da profissão de administrador causa inegáveis danos não só aos profissionais registrados e aptos, como à sociedade como um todo. Nessas empresas, a atividade que, legalmente deveria ser exercida por um profissional qualificado, vem sendo realizada por quem não tem formação técnica. Isso suprime inúmeros postos de trabalho”.

Udenir alerta, também, “que não podemos perder de vista que a sociedade, os clientes dessas empresas, são prejudicados, enganados, pois as contratam como administradoras, quando, na verdade, não possuem essa qualificação técnica, sendo que a consequência será a prestação de um serviço muito aquém do que está sendo contratado e pago.”

Por fim, Délio Lins e Silva Jr. e Udenir Silva informam que esta é a primeira de muitas outras ações que serão propostas, pois o Grupo de Trabalho já dispõe das provas necessárias que demonstram que várias outras empresas cometem as mesmas ilegalidades e, nos próximos dias, as demais ações serão protocoladas. Além disto, estudam a adoção das medidas cabíveis no âmbito penal, administrativo e trabalhista.

PEDIDOS DA AÇÃO CIVIL PÚBLICA PROPOSTA

Imediata e definitiva retirada de divulgação lesiva à legislação vigente, sob pena de multa diária de R$ 50 mil;

Suspensão e encerramento do oferecimento e execução de atividades privativas da advocacia, sob pena de multa diária de R$ 50 mil;

Que as empresas informem os dados dos advogados que prestam ou já prestaram serviços de forma indevida para as providências disciplinares cabíveis;

Que comuniquem seus clientes, no tocante a eventual concessão de tutela de urgência, sobre a proibição de prestar serviços privativos da advocacia, sob pena de multa diária de R$ 50 mil;

Encerrem a cobrança de honorários advocatícios em decorrência da cobrança extrajudicial de cotas condominiais, quando o serviço comprovadamente não tiver sido prestado por advogado;

Paguem indenização referente aos danos morais coletivos sofridos em decorrência de sua atuação, a ser arbitrada em montante não inferior a R$ 500 mil (Art. 13, Lei ACP), a ser revertido em favor da OAB/DF;

Promovam o devido registro no Conselho Regional de Administração em virtude da atividade de gestão condominial.


De autoria do deputado distrital Hermeto o projeto prevê atendimento a mulheres que sofreram traumas, como queimaduras e cortes

Foi protocolada na tarde desta terça feira (08), Projeto de Lei que estabelece parcerias com tatuadores para atendimento a mulheres que sofreram traumas, queimaduras e diferentes ocorrências, que resultaram em marca e cicatrizes na pele.

De autoria do deputado distrital Hermeto (MDB), o Projeto visa melhorar a autoestima dessas mulheres que passaram por traumas que deixaram marcas na pele. Entre as mulheres que poderão ser beneficiadas estão aquelas que que tiveram que fazer a mastectomia, que é a cirurgia em decorrência do câncer no seio. A chamada mastectomia radical retira por completo o seio afetado pelo câncer. No geral, até por prevenção, são retirados os dois seios. No local, ficam, evidentemente, cicatrizes.

“Passei uma barra quando fiz o meu tratamento de câncer no seio. Foram meses de quimioterapia, perda de cabelo, peso e no final, graças a Deus consegui vencer o câncer, mas ficaram as cicatrizes. Cicatrizes que me lembram o quanto fui forte, mas que também me fazem sentir envergonhada. Me sinto mal ao me olhar no espelho, não me sinto à vontade para tirar a roupa na frente de ninguém, e esse peso terei que carregar pelo o resto da vida. Em pesquisas vi que é possível fazer uma tatuagem para amenizar essas cicatrizes, este é o sonho de toda mulher que enfrentou uma mastectomia. Infelizmente esse procedimento não é financeiramente viável para todas nós. Um Projeto como este pode mudar as nossas vidas. ” Marília Bezerra, 34 anos, sobreviveu ao câncer de mama.  

Uma estimativa realizada pelo Instituto Nacional do Câncer (Inca) este ano, previu que só no DF serão 8.820 novos casos de câncer por ano, em 2020,2021 e 2022. Destes o câncer de mama será responsável por 42,63 casos a cada 100 mil habitantes por ano.

Outra situação que poderá ser beneficiada com o projeto, são os casos de mulheres que foram vítimas de violência, especialmente a doméstica. Mulheres que, apresentam cicatrizes provocadas por corte, queimaduras, entre outras atitudes violentas praticadas contra as mesmas.

“Sem dúvida, uma tatuagem para uma mulher que, por exemplo, sofreu uma mastectomia radical ou algum tipo de violência ou mesmo um acidente, pode melhorar sua autoestima. Uma tatuagem, por exemplo, de uma flor pode cobrir uma cicatriz. Ou mesmo, dependendo da habilidade do tatuador, pode ser “refeito”, na forma de desenho, um mamilo ferido. ” Conclui Hermeto, autor do Projeto.

Por Larissa do Vale.


 

  Nicson Vangel, especialista em condomínios, vai esclarecer as dúvidas que síndicos e moradores precisam saber em tempos de Covid-19; A live, está marcada para esta quinta (10), 21h, nas rede da Âncora Condomínios


 

A pandemia causada pelo novo corovanavírus trouxe muitas dúvidas e uma série de adaptações por todo o mundo, em especial, em locais de grande circulação de pessoas, como os condomínios. Todas essas mudanças e novas rotinas trouxeram também muitas dúvidas e questionamentos entre síndicos e moradores. Para esclarecer todas essas modificações e acabar com os questionamentos, o especialista em assuntos condominiais, Nicson Vangel, preparou uma live para tratar dos temas polêmicos e duvidosos, e orientar a comunidade, para amenizar as situações problemáticas. A live vai acontecer nessa quinta-feira, 10 de setembro, às 21h, com transmissão pelas redes sociais da Âncora Condomínios Âncora (Youtube, Instagram e Facebook). 

 

Para Nicson Vangel, todas essas mudanças trouxeram uma nova configuração para os administradores e moradores de condomínios. As mudanças foram diretamente direcionadas para o comportamento coletivo, causando uma série de conflitos e readaptação na forma de morar em comunidade. Ao longo do processo de descoberta do vírus, os órgãos responsáveis pela saúde e de fiscalização, apontaram medidas, que foram alteradas algumas vezes, e acabaram gerando ainda mais dúvidas. “Foram surgindo uma série de novas regras e mudanças que acabaram levantando conflitos e gerando dúvidas, por isso, reunimos todas as normas e recomendações vigentes e preparamos uma live para deixar tudo mais claro e acabar de vez com toda a problematização do que pode e do que não pode”,  esclarece Nicson.

 

Entre os temas que serão apresentados na live estão: uso dos elevadores e demais áreas comuns; festas nos condomínios; o que fazer quando um morador está com COVID-19?; obras e mudanças; síndicos com mandatos vencidos; como fazer assembleias e reuniões nos condomínios; descontos em taxas condominiais, entre outros.  O público poderá interagir formulando perguntas e sugerido temas durante a transmissão. Além de Nicson Vangel, o gerente geral da Âncora, Vinícius Souza, estará presente, contribuindo com informações relevantes ao tema.

 

 

Sobre a Âncora Condomínios - Com mais de 13 anos de atuação no mercado, a Âncora Condomínios presta serviços como administradora de condomínios, gestão sustentável, consultoria em administração e mediação e conciliação extrajudicial. Como diferencial, oferece aos clientes o programa Inadimplência Zero, modernas práticas administrativas e alta tecnologia que possibilitam comunicação rápida através de aplicativos.

 

SERVIÇO

LIVE : O NOVO NORMAL EM CONDOMÍNIOS

DATA: 10/09

HORÁRIO: 21h

LOCAL: Redes sociais da Âncora Condomínios Âncora (Youtube, Instagram e Facebook). 

Âncora Condomínios

Endereço: Sede: Rua Copaíba, 01 – Ed. DF Plaza, salas 913 a 920, Torre A -Águas Claras – DF/

Site :www.ancoracondominios.com.br 


 

Método de pagamentos instantâneos do Bacen contribuirá para inclusão financeira, de acordo com a instituição


Foto: Jean Paul de santana.

O Pix, novo método de pagamento, transferência e recebimento criado pelo Banco Central, estará disponível no Sicoob – Sistema de Cooperativas de Crédito do Brasil a partir de 16 de novembro, quando os mais de 4,8 milhões de cooperados poderão utilizar a nova funcionalidade.

De acordo com Marcos Vinicius Viana Borges, diretor executivo de Operações do Centro Cooperativo Sicoob, o projeto está em consonância com alguns dos principais pilares das cooperativas, como a inclusão e a justiça financeiras. “O Pix vai romper barreiras e possibilitar a inclusão de um maior número de pessoas no sistema financeiro, integrando o pagador e o recebedor, sem intermediários, com custos menores para todos”, afirma.

O Pix deverá impactar, principalmente, a forma como as pessoas e empresas realizam suas transações de pagamento e recebimento. Rápidas e seguras, as transações entre diferentes instituições, financeiras e de pagamento (fintechs), ocorrerão em até 10 segundos, com disponibilidade em 24 horas por dia, todos os dias do ano, incluindo finais de semana e feriados.

No Sicoob, o cooperado terá diversas opções para pagar com Pix. A primeira delas será apenas apontar a câmera do celular para o QR Code gerado pelo recebedor (ou link), completar com o valor, se for solicitado, e efetivar a transação. A segunda, com a inserção manual dos dados do recebedor no App Sicoob, semelhante com o que ocorre com a TED. Já a terceira será pela “Chave Pix” do recebedor, registrada numa base de endereçamento no Banco Central – neste caso, ela é utilizada quando o recebedor não quiser informar os dados da conta. A Chave Pix pode ser um celular, um e-mail, CPF/CNPJ ou um EVP (Endereço Virtual de Pagamento, gerado aleatoriamente), conforme a escolha do recebedor.

O cooperado do Sicoob, na condição de recebedor, já pode indicar a sua intenção de cadastrar uma Chave Pix por meio de um hotsite disponibilizado nos principais canais digitais, como o App Sicoob e o internet banking.

Com o Pix, os recursos serão disponibilizados imediatamente na conta do recebedor e a automatização e conciliação dos pagamentos serão facilitadas. Além disso, há maior rapidez de checkout, já que não é necessário passar um cartão ou conferir troco, por exemplo, na hora da compra. “É um ótima novidade e oportunidade de redução de custos para o varejo brasileiro”, avalia Marcos.

As operações de teste do Pix serão iniciadas em 3 de novembro. A partir de 16 de novembro, a plataforma entrará em operação plena. “O Sicoob está preparado e em dia com as etapas de homologação do Banco Central, sempre manifestando o seu apoio a esta iniciativa do regulador, benéfica para o cooperado e para toda a sociedade brasileira”, conclui o executivo.

Sobre o Sicoob 
O Sistema de Cooperativas de Crédito do Brasil, Sicoob, possui 4,7 milhões de cooperados em todo o país e está presente em todos os estados brasileiros e no Distrito Federal. É composto por mais de 390 cooperativas singulares, 16 cooperativas centrais e a Confederação Nacional das Cooperativas do Sicoob (Sicoob Confederação). Integram, ainda, o Sistema, o Banco Cooperativo do Brasil do Brasil (Bancoob) e suas subsidiárias (empresas/entidades de: meios eletrônicos de pagamento, consórcios, DTVM, seguradora e previdência) provedoras de produtos e serviços especializados para cooperativas financeiras. A rede Sicoob é a quarta maior entre as instituições financeiras que atuam no país, com mais de 3 mil pontos de atendimento. As cooperativas integrantes do Sistema oferecem aos cooperados serviços de conta corrente, crédito, investimento, cartões, previdência, consórcio, seguros, cobrança bancária, adquirência de meios eletrônicos de pagamento, dentre outras soluções financeiras.


Sobre o Sicoob DFMil
A cooperativa Sicoob DFMil foi criado em Brasília-DF e se aproxima dos 13 anos de história. Hoje a instituição atua em todo o Distrito Federal. São mais de 7 mil associados atendidos em 29 cidades e R$900 milhões em ativos administrados. Sempre atenta aos compromissos com a sociedade, a cooperativa, ao lado de seus colaboradores e cooperados, promoveu doação de mais de R$60 mil em ações sociais no último ano.

O Sicoob DFMil está localizado na C1 Lote 09/10 Loja 04 - Taguatinga Centro - Brasília/DF (ao lado da agência dos Correios).

Telefones fixos: (61) 3223-0953 | (61) 3344-8707 | (61) 3971-0245

Telefones celulares: (61) 99644-5683 | (61) 99606-0386

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Jovens do Centro de Juventude de Ceilândia realizam a I Mostra Interna de Monólogos - MIM18 participantes da oficina de teatro oferecida pelo projeto se apresentarão em experimento online


Em resposta à crise provocada pelo novo coronavírus, que ocasionou a suspensão das atividades presenciais dos Centros de Juventude (CJ) do Distrito Federal, os cursos e oficinas ofertados pelo projeto se adaptaram à modalidade online para continuar assistindo jovens das regiões de Ceilândia, da Estrutural e de Samambaia. A oficina de teatro do Centro de Juventude de Ceilândia não interrompeu suas atividades. As aulas estão sendo ministradas semanalmente pelo professor Adilson Diaz. Utilizando diferentes plataformas virtuais, os jovens continuam desenvolvendo técnicas de atuação, de leitura, de criação, de escrita e análise crítica. 


Nesse contexto, jovens não-atores, em processo de aprendizado, estão se movimentando a partir de obras das mais diferentes eras - clássica, moderna e contemporânea - e explorando o espaço de suas casas para apresentar suas cenas. A partir da visita a uma série de obras teatrais já consolidadas nacional e internacionalmente, foram selecionados trechos para que os alunos pudessem pesquisar e, então, construir seus monólogos se adequando ao seu próprio cenário e realidade.


Em meio a uma pandemia, os jovens estão dialogando sobre teoria e prática, adequando os espaços físicos cotidianos em espaços cênicos. Como movimento em meio a 150 dias de isolamento, os jovens participantes estão sendo convidados a pensar e a propor as encenações no espaço doméstico: um lugar onde o texto não sobreponha o cenário e o cenário não sobreponha o texto. Como explorar espaços a favor da cena? Essa é uma provocação que não só permeia o universo artístico, mas também tem ocupado o dia a dia de muitas pessoas que foram levadas a ressignificarem suas casas nesse novo contexto.

Serão 18 apresentações de cenas pelos jovens e ao final haverá um bate-papo com os participantes. A mostra encerra o módulo II da oficina de teatro ofertada no Centro de Juventude e é um convite a todos para explorarem lugares não convencionais ao trabalho teatral. Os jovens nos instigam a encontrar no coletivo o nosso potencial. Convidamos a todos para verem o melhor de "MIM" - I Mostra Interna de Monólogos.

Como atuam os Centros de Juventude?
As ações desenvolvidas no âmbito dos Centros de Juventude priorizam o acesso de jovens de famílias inscritas no Cadastro Único dos Programas Sociais do Governo Federal e aqueles em situação de vulnerabilidade ou risco social, contemplando as minorias, pessoas com deficiência, garantindo condições de acessibilidade e acolhimento a todos os tipos de perfis dentro da faixa etária atendida. Os Centros de Juventude são equipamentos públicos constituídos pela Lei nº 5.142, de 31/07/2013, que institui a Política Distrital de Atenção ao Jovem – PDAJ, regulamentada pelo Decreto nº 35.172, de 14/02/2014, e atualmente executados pelo IECAP - Agência de Transformação Social.

Serviço: I MIM – Mostra Interna de Monólogos

Data: 11/09 Horário: 14 horas

Evento online.

Plataformas: Youtube (apresentação) e Zoom (bate-papo)

Acesso gratuito por meio de link divulgado nas redes sociais do IECAP:




Programa:

1)Guilherme Rocha - O Rico Avarento - Ariano Suassuna

2)Normando de Oliveira - O Auto da Compadecida - Ariano Suassuna

3)Kymberli Glitz - Alice no País das Maravilhas - Lewis Carroll

4)Philip Aquino - Alice no País das Maravilhas - Lewis Carroll

5)Lisa Oliveira - O Pagador de Promessas - Dias Gomes

6)Marina Monteiro - Valsa n°6 - Nelson Rodrigues

7)Débora Aline- Romeu e Julieta- William Shakespeare 

8)Laura de Oliveira - A Casa de Bonecas - Henrik Ibsen

9)Leonard Al - Rasga Coração - Oduvaldo Vianna Filho

10) Leandro Victor – Hamlet – William Shakespeare

11) Giovanna Camargo - O Despertar da Primavera - Frank Wedekind

12) Luciano Lucas - Otelo – Shakespeare

13) Vitória Nogueira- Édipo, Rei – Sófocles

14) Beatriz Quintiliana- Macbeth- William Shakespeare

15) Jéssica Alves - Vestido de Noiva - Nelson Rodrigues

16) Luender Martins - Gota D'água - Chico Buarque e Paulo Pontes

17) Gabriella Cardoso - A Casa de Bonecas Henrik Ibsen

18) Amanda Petry- Congresso Internacional do Medo- Grace Passo


O que é um Monólogo?

O Monólogo é um tipo de texto que é interpretado ou enunciado por apenas uma pessoa. Dessa forma, o discurso é feito para si próprio, de modo que o público, leitores ou ouvintes têm a sensação de ler o pensamento do seu intérprete.

Uma peça teatral pode ser ela toda um monólogo, como também pode ser apenas parte de uma encenação em que estão, ou não, presentes outros personagens. No momento do monólogo, se mais atores estiverem em cena não conversam entre si.
Classificação

Embora o monólogo não seja exclusivo do teatro, é muito frequente o associarmos ao gênero dramático.

Segundo o Dicionário de Teatro de Patrice Pavis, o monólogo pode ser:
Técnico - São transmitidas ideias passadas ao público.
Lírico - O discurso da personagem se assemelha a uma confidência carregada de emoção.
de Reflexão ou Decisão - Diante de uma decisão, o personagem reflete e discute com ele mesmo o que fazer, que decisão tomar.

É frequente encontrarmos apenas a classificação para dois tipos de monólogos teatrais: o monólogo exterior e o monólogo interior.

Nesse sentido, o monólogo exterior seria o monólogo técnico, enquanto o monólogo lírico e de reflexão, seria uma referência ao monólogo interior.
Exemplos
“E sabes de uma coisa?Cada vez que o sofrimento vem,essa vontade de estar perto, se longeou estar mais perto se pertoQue é que eu sei?Este sentir-se fraco,o peito extravasadoo mel correndo,essa incapacidade de me sentir mais eu, Orfeu;Tudo isso que é bem capazde confundir o espírito de um homem.”
(Trecho de Monólogo de Orfeu, de Vinícius de Moraes)
“Sou criança! Cheguei, recentemente, de uma longa viagem. Andei pelo caminho misterioso do pensamento dos meus pais, e, durante a concepção, fiz um estágio muito feliz ao lado do coração da minha mãe.Hoje estou aqui, um pouco assustada, porque os adultos conversam coisas confusas que ainda não consegui entender. A vida é simples e bonita, mas os adultos complicam tudo.”
(Trecho de Monólogo de Criança, de Ivone Boechat)


Um dos objetivos do projeto é a instalação de câmeras de monitoramento, que já estão em funcionamento em algumas regiões administrativas

Furtos, assaltos, homicídios e conduta arriscada no trânsito são ocorrências que tiram o sossego da comunidade e provocam o sentimento de impotência frente aos casos de violência que são noticiados a todo o momento na mídia, mas a lei 6.390/2019 de autoria do deputado distrital Hermeto (MDB), vem contribuído para mudar este cenário.

A instalação de câmeras de vigilância em pontos sensíveis da cidade prevista no Programa Cidade Segura (PCS) que dá origem a lei, além de elevar a sensação de segurança da população, serve de apoio à organismos da Segurança Pública, que poderão fazer um monitoramento mais amplo da cidade e atuar de forma conjunta, coordenada, sistêmica e integrada em detrimento da defesa social, no atendimento de ocorrências de urgência e emergência, bem como para o compartilhamento de informações.


 



A CPI da Pandemia pode se transformar em palanque político eleitoreiro. Esse seria o motivo que está levando parte dos distritais a desistir das reuniões iniciais para debater o assunto


A disputa política eleitoral antecipada das eleições de 2022, pode levar a CPI da Pandemia da Câmara Legislativa, nascer desacreditada aos olhos da população ou morrer no nascedouro. 

CPIs instaladas na CLDF, historicamente, nunca apuraram absolutamente nada ou levou algum corrupto para a cadeia. Isso é fato. Ao contrário: serviram apenas para embaraçar, atrapalhar ou “melar” as reais investigações feitas pelo Ministério Público. Apurações realizadas pelo legislativo vazam ao gosto de quem comanda uma comissão parlamentar de inquérito.

Pelo menos é isso que pensa a maioria dos distritais, mesmo alguns dos 13 que assinaram o requerimento de instalação. A declarada pressão de forças politicas, estranhas ao poder legislativo local, pode ser a principal causa da CPI da Pandemia não decolar como torce a oposição e alguns candidatos ao Buriti nas futuras eleições.

Apesar de faltarem ainda dois anos para as eleições de 2022 e com o DF passando por uma grave pandemia, que já matou milhares de pessoas aqui e no mundo, o jogo político eleitoreiro começa a ser desenhado dentro da Câmara Legislativa com o olhar voltado para o Palácio do Buriti.

Por trás da movimentação política em torno da instalação de uma CPI vai muito além das ditas “preocupações” dos políticos com os supostos danos causados por um suposto esquema de fraudes em contrato de compras de testes rápidos pela Secretaria de Saúde.


A CPI, caso seja de fato instalada, estará mais para atrapalhar as investigações do MP, no âmbito da operação “Falso Negativo”, do que ajudar qualquer coisa.

O vice-presidente da Câmara Legislativa, Rodrigo Delmasso, é critico ao afirmar, por exemplo, que a CPI assinada pelos 13 distritais pode atrapalhar as investigações que estão em curso pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco)

“O MP já vêm fazendo essas investigações de forma técnica, responsável e muito bem aprofundada. Fazer qualquer outra coisa paralela ao que o Ministério Público já vem fazendo pode atrapalhar as investigações”, diz Delmasso.

O deputado se refere às investigações no âmbito da terceira fase da operação Falso Negativo do MP, deflagrada no último dia 25 passado, que apura um suposto esquema de fraudes na compra de testes rápidos pela Secretaria de Saúde do DF.

Mas isso são meros detalhes no meio da intensa movimentação política que sacudiu a Câmara Legislativa nas últimas duas semanas. Ninguém está nem aí para apurar alguma coisa. Fazer da CPI um palanque eleitoreiro é a prioridade da oposição.


Candidatos declarados ao Buriti, como os senadores Izalci Lucas (PSDB), Leila do Volei (PSB) e José Antônio Reguffe (PDT), marcharam sobre os distritais pedindo a instalação de um show que custa caro e sem resultado prático para a população.

Alguns distritais governistas como Jaqueline Silva (PTB), que é dona de centenas de cargos na Administração Regional de Santa Maria, se acanhou diante da pressão feita pelo ex-presidiário Roberto Jefferson, dono do partido.

Daniel Donizete(PL), que domina de porteira fechada a Administração Regional do Gama, também assinou a CPI. Quem assinou e quem está por trás do oba, oba não fala. A CPI é pirotecnia eleitoreira que servirá apenas para jogar luz em cima de uma disputa antecipada pelo poder.

Para grande parte dos distritais, por trás do objetivo da CPI, que seria o de apurar as denúncias de supostas fraudes em contratos da compra de testes rápidos, pela Secretaria de Saúde, estaria como pano de fundo o interesse politico eleitoreiro.

O deputado Reginaldo Veras (PDT) jurou de pés juntos e dedos cruzados nas costas, durante uma sessão remota da CLDF, ocorrida nesta quarta-feira (02), que não é verdade. A oposição que sapateia batendo contra quem fala assim é a mesma que no passado fez de tudo para que outra CPI da Saúde instalada em 2017, não acontecesse.

Os que mais gritam agora são os que silenciaram, se esconderam ou se recusaram em assinar o requerimento de criação da CPI para investigar o esquema nebuloso da compra de próteses e órteses que afanou milhões de reais dos cofres públicos. Na época, os que não assinaram alegavam questão de “foro íntimo” com o governo socialista.

Entre eles, Reginaldo Veras (PDT), Roosevelt Vilela (PSB) e o ex-deputado Chico Leite da Rede, partido do distrital Leandro Grass, autor do requerimento da CPI de agora.

O hoje deputado federal Professor Israel (PV) que faz pressão para os distritais instalarem a CPI, no passado se recusou assinar o requerimento abaixo.

Confira aqui.

A politicagem em torno de uma CPI em plena pandemia do novo coronavírus é tão evidente, que alguns parlamentares já se arrependem de ter assinado o documento para a sua criação.

Nas duas últimas tentativas de instalação da Comissão Parlamentar de Inquérito, faltou quorum. Mesmo assim, o presidente da Casa, Rafael Prudente, levará o requerimento com as 13 assinaturas a apreciação do plenário virtual na próxima terça-feira (08).

Tem deputados em dúvidas se a CPI é para investigar ou é apenas para ser um palanque político fara de época.

Outra desmotivação dos distritais é a quase nenhuma informação sobre as investigações que estão sendo feitas pelo Ministério Público do Distrito Federal no âmbito da 3ª fase da operação “Falso Negativo”.

A Câmara Legislativa não tem instrumentos para se aprofundar nas investigações, além do que tem feito o MPDFT e nem tem poderes para investigar recursos destinados pela União para o combate a pandemia.

É tempo e dinheiro público jogado fora para investigações meramente políticas.

A CPI da Pandemia, se vingar, será apenas para jogar luz em cima de uma penca de doidos pelo poder. Só isso!

Com informações do RADAR/DF.
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