O Senado ouviu, nesta quarta-feira (29), o ministro da Saúde, Nelson Teich, que falou sobre as providências do governo para controlar a pandemia e ajudar estados e municípios no combate ao covid-19


Em sessão interativa, o ministro respondeu às perguntas dos senadores e destacou que devido à escassez de recursos no sistema de saúde, o apoio do governo federal aos estados será destinado prioritariamente aos locais mais afetados.

Teich citou dados atualizados sobre o comportamento da doença no país, que já registra mais de 78 mil casos, com 5.466 mortes e informou que serão habilitados 2.762 novos leitos de tratamento intensivo, sendo 504 em instalações temporárias e que serão distribuídas 79 milhões de produtos de proteção para profissionais, tais como máscaras, toucas, aventais, álcool em gel.

Segundo o ministro, que assumiu o cargo no último dia 17, o trabalho terá como prioridade a coleta de informações sobre o vírus para que o sistema de combate à doença possa ser aprimorado. Outra medida citada por Teich é estreitar o contato com os governadores para direcionar ações que vão desde parcerias com a iniciativa privada até uma maior proximidade com as administrações de estados e municípios.

Nesse sentido, o senador Izalci Lucas (PSDB/DF) falou sobre a necessidade de simplificação dos processos de compra de produtos para o combate ao Coronavírus e destacou sua preocupação com relação ao acompanhamento do uso dos recursos destinados pelo governo.

“A União precisa comprar por ata de preços para que os prefeitos e os governadores possam aderir, porque é mais fácil a compra feita pela União, as exigências são menores, principalmente comprando lá fora. Nós precisamos saber exatamente o que está sendo passado para os Estados e os Municípios, quais são os valores”, salientou.

Izalci mencionou o trabalho da Comissão Especial que está acompanhando os gastos com o combate à pandemia, da qual é integrante, e destacou que é preciso saber, Estado por Estado, como é que estão sendo liberados os recursos.

“Algumas bancadas, e a do Distrito Federal em especial, transferiram recursos de suas emendas, de grande parte delas, para o combate ao Corona vírus, então precisamos saber exatamente o que está acontecendo, sobre os repasses, o cronograma e tudo mais”, cobrou.

O senador Izalci cobrou do ministro uma atuação mais clara com relação às informações sobre a doença e falou sobre sua preocupação com as Fake News que desinformam e assustam a população.

“O que a população precisa é de confiança, nós precisamos receber informações seguras, porque o que mais há agora são notícias fake e as pessoas ficam perdidas. Então, o ministro agora tem esse papel de liderar o processo. É muito importante comunicar à população, porque o senhor é a voz oficial dessa questão pela qual nós estamos passando hoje”, avaliou.

Izalci Lucas também agradeceu os servidores da saúde e da segurança pública, que, como lembrou, estão nas ruas e nos hospitais correndo risco de vida para defender a população.

Ao concluir sua participação, o senador Izalci lamentou as dificuldades que existem para a compra de equipamentos estrangeiros e a demora na liberação de produtos nacionais, em razão do excesso de burocracia.

“Hoje o que a gente precisa saber é onde há o produto que precisamos e o preço desse produto. Nossa indústria não está conseguindo produzir e, infelizmente, a Anvisa demora seis meses para liberar uma licença de um produto nacional. Então nós precisamos, urgentemente, simplificar o processo. As pessoas estão morrendo por causa da burocracia”, advertiu.

 
Fotos: Larissa Mello.

Com a ação, companhia de abastecimento soma esforços junto a empresas, órgãos públicos e entidades que se unem para ajudar quem precisa



Ações solidárias têm acontecido em todo o Distrito Federal durante o período de isolamento social em função da pandemia de coronavírus. A Ceasa-DF abraça a causa e lança o Banco de Alimentos de Brasília, iniciando campanha nas redes sociais para incentivar doações.

A central de abastecimento, dessa forma, se junta às empresas, órgãos públicos e outras entidades que se unem para ajudar a conter a proliferação do coronavírus. A campanha convoca o empresariado e os cidadãos, em geral, para colaborar com doação de alimentos, num momento em que é preciso atender ao maior número possível de famílias carentes.

Para participar da campanha, basta entrar em contato pelos telefones (61) 3363-1204/ 99103-7729 ou pelo e-mail bancodealimentos@ceasa.df.gov.br.



A rotina de consumo no Brasil e no mundo mudou. O recolhimento em casa, as restrições de circulação de pessoas nos espaços públicos trouxeram transformações e novos hábitos. Cuidados especiais com a alimentação e higienização dos produtos que levamos do supermercado para casa são alguns deles.

Itens como embalagens, sacos plásticos entre outros que vão dos enlatados aos de hortifrúti, podem servir como meio de contaminação para o novo Coronavírus. Isso porque, de acordo com informações divulgadas pela Organização Mundial da Saúde, a transmissão pode acontecer pelo contato com alguma superfície contaminada e não higienizada. Por isso, além dos cuidados já tomados ao sair e retornar de casa, é essencial que as pessoas priorizem medidas preventivas de higienização dos produtos após as compras.


A nutricionista do Fort Atacadista no Distrito Federal, Erika Milla Freitas Lima, dá 7 dicas importantes que ajudam a evitar a contaminação pelo Covid-19 e outras doenças, apenas seguindo algumas recomendações de higiene. Anote na agenda e previna-se!

1.     Ao chegar em casa com as compras, coloque-as na mesa ou na pia. Estas superfícies devem ser higienizadas antes e após o uso.
2.     Antes de iniciar a higienização das embalagens, lave as mãos com água e sabão.
3.     Se preferir, ao invés de lavar as embalagens, borrife álcool líquido 70%
4.     Embalagens não permeáveis, como latas e pacotes plásticos podem ser lavadas com água e sabão, antes de colocar na geladeira ou armário.
5.     Se for guardar hortifrúti na geladeira, higienize-os antes, lavando em água corrente e desinfetando em solução de hipoclorito de sódio, ou 1 colher de água sanitária diluída em 1 litro de água. Eles devem ser mantidos em sacos ou recipientes limpos e fechados.
6.     Alimentos com embalagens permeáveis, como pacotes de papel devem ser colocados em um recipiente durável.
7.     Descarte as embalagens das frutas, verduras e legumes e o armazene-os em fruteiras.

No supermercado, é importante manter a distância recomendada de 1 metro entre as pessoas. Enquanto estiver fazendo as compras, não leve a mão ao rosto, nariz, olhos ou boca. Depois de guardar as sacolas no porta-malas do carro, limpe as mãos com álcool em gel e se possível limpe também o volante e o banco do veículo. E assim que chegar da rua, tome banho e coloque as roupas sujas e o calçado para lavar.

Medidas preventivas - O Fort Atacadista instalou painéis transparentes de acrílico em todos os caixas (checkouts) das lojas da rede no Distrito Federal. Os painéis garantem menos contato entre os funcionários dos caixas e os clientes. Álcool em gel fica disponível para clientes e colaboradores na entrada das lojas, assim como uma pia com água e sabão para higienização das mãos. Os operadores de caixa são instruídos a lavarem as mãos de 30 em 30 minutos. Os carrinhos e as cestas são desinfetados com frequência, assim como bancos, cadeiras, máquinas de cartão de crédito, telefones, telas, balcões de atendimento e todos os pontos de contato. Tudo para gerar mais tranquilidade e segurança para todos.

As unidades do Fort Atacadista no Distrito Federal funcioanam nos seguintes endereços:
- SOL NASCENTE | DF | Quadra QNP 27 Área Especial 01 S/N
- TAGUATINGA | DF | FORT ATACADISTA 138
SDE Setor M Norte Qd. 1 Cj. A Lt. 1 – Av. Hélio Prates com M Norte | Taguatinga Norte
- CEILÂNDIA | DF | FORT ATACADISTA 75
CNN 1 S/N | Centro

Foto: Divulgação

Contrato prevê manutenção predial para o funcionamento de 86 leitos de terapia intensiva e 20 leitos de retaguarda


A Secretaria de Saúde abriu prazo para recebimento de propostas de empresas interessadas em prestar serviços de manutenção predial para o funcionamento de 86 leitos de terapia intensiva e 20 leitos de retaguarda no Centro Médico da Polícia Militar para o enfrentamento do Covid-19.

As empresas têm até as 10h do dia 23 de abril de 2020 para envio das propostas e documentações de habilitação. O projeto básico e o ofício de convocação podem ser solicitados pelo e-mail: “dispensadelicitacao.sesdf@gmail.com”

“Os serviços incluem manutenção da infraestrutura e instalações existente, de forma ininterrupta, no período de 180 dias, e construção de abrigo de recipientes de resíduos, no sentido de permitir o funcionamento dos leitos. O projeto é de suma importância para a população do DF, pois, com essas ações a SES ampliará mais ainda a oferta de leitos de UTI para o SUS”, explica o Subsecretário de Administração Geral, Iohan Struck.

2.300 pessoas dependem exclusivamente do comércio dos produtos


O deputado Delmasso (Republicanos-DF), solicitou nesta quarta-feira (15) a reabertura parcial da Feira dos Importados, semelhantemente à permissão que foi concedida a demais feiras do DF. Através de um ofício, o parlamentar fez a solicitação ao governador, Ibaneis Rocha (MDB), intermediando a solicitação da Cooperativa de Consumo dos Comerciantes da Feira dos Importados do DF (Cooperfim).

A Feira dos Importados de Brasília não constou no rol específico das demais feiras permanentes, que tiveram sua abertura parcial deferida no Decreto nº 40.583. O fechamento resulta em um prejuízo aos seus feirantes e cooperados, que somam 2.300 pessoas entre feirantes e familiares que dependem exclusivamente desta fonte de renda.

Mesmo de portas fechadas, a Feira possui um elevado custo fixo de manutenção, por isso é de suma importância a autorização de sua imediata reabertura, ainda que parcial e nos limites do Decreto. “É imprescindível que seja também permitido que os feirantes da Feira dos Importados de Brasília, possam retornar ao funcionamento ainda que parcial, para a retomada gradativa, ao menos, daquelas atividades autorizadas e já liberadas no Decreto Distrital”, trecho do ofício 107/2020, enviado pelo deputado Delmasso.

A Cooperfim ressaltou em seu pedido que se coloca à disposição para implementar as medidas de segurança conforme orientação do Ministério da Saúde e Secretaria de Estado de Saúde do DF e contribuir com a infraestrutura. A cooperativa citou também a garantia de pessoas capacitadas para o controle de acesso ao interior da Feira e também, checagem da temperatura corporal dos cidadãos, fornecimento de EPIs, álcool em gel, demais métodos de assepsia, além do distanciamento mínimo entre as pessoas.





Depois de virar lei em mais de 25 estados e 400 municípios brasileiros, chegou a vez do Distrito Federal, fazer e aprovar a sua lei que fala das obrigações dos síndicos de condomínios no DF, sobre a suspeita de atos de violência contra mulheres, crianças, adolescentes ou idosos em apartamentos ou áreas comuns dos condomínios. Os síndicos terão que acionar a polícia caso sejam avisados por algum morador ou presenciar algum ato de violência


A conscientização da população sobre a importância de denunciar os casos de violência doméstica e familiar está aumentando, mas foi preciso tomar outras medidas. Foi sancionada nessa segunda-feira (13/04) a lei n° 6.539/2020, de autoria do vice-presidente da Câmara Legislativa, deputado Delmasso (Republicanos), que torna obrigatória a denúncia de casos de violência doméstica e familiar, pelos condomínios residenciais.

Segundo o diretor-geral da Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF), Robson Cândido, essa iniciativa é digna de aplausos. “As mulheres continuam sendo vítimas de violência doméstica, principalmente em condomínios e durante este isolamento social. Traz essa responsabilidade não somente como síndico, mas também como cidadão”, alertou.

O diretor-geral da PCDF, Robson Cândido, também afirmou que o ideal é que o síndico entre em contato com a Polícia Civil através do 197 ou com a Polícia Militar através do 190. “Ele tem que identificar o apartamento e relatar os fatos sobre a violência. Os síndicos e os vizinhos ouvem o barulho e sabem quando têm algum tipo de violência doméstica”, disse. 

Diretor-geral da PCDF, Robson Cândido - Foto. Udson Fábio

Um levantamento feito pelo Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos revelou que, no ano passado, o Disque 100 registrou um aumento de 13% no número de denúncias sobre violência contra idosos, em relação ao ano anterior. No caso das mulheres, são 3.739 homicídios dolosos no ano passado, uma queda de 14,1% em relação a 2018. Apesar disso, houve um aumento de 7,3% nos casos de feminicídios.

Para Delmasso a denúncia em casos de violência doméstica e familiar é o resultado de uma mudança de mentalidade. “Muitas vezes as pessoas se calam ao ver um caso de violência por medo, ou simplesmente por não querer interferir, mas temos que mudar essa mentalidade, precisamos cuidar uns dos outros”, disse.

Deputado Delmasso - Foto: Cesár Rodrigues.

Síndicos e administradores precisam denunciar imediatamente caso flagrem situações de violência doméstica e familiar. Multa de até R$ 5 mil é prevista caso lei não seja cumprida.  A lei também é importante para inibir a prática de violência contra a mulher, que pode ser crescente neste período de confinamento necessário em decorrência do coronavírus. Briga de marido e mulher a gente tem que meter a colher, sim. O síndico é responsável por isso e nessa época de confinamento isso está muito propício a acontecer, então a lei é muito louvável. 

O presidente da Associação Brasileira de Síndicos e Síndicos Profissionais no Distrito Federal - ABRASSP/DF, Davi Shamballa Silva Brussolo, que fez um pronunciamento nas redes sociais e falou. "Neste momento delicado que estamos vivendo, venho falar da nova lei n° 6.539/2020 de autoria do deputado distrital, Rodrigo Delmasso, que trata de violência doméstica em condomínios do Distrito Federal, sendo que outros estados já haviam regulamentado o assunto. A lei entrou em vigência agora no dia 13 de abril e este novo marco legal obriga os síndicos e gestores condominiais a comunicarem imediatamente aos órgãos de segurança pública todos os casos de violência doméstica. Qualquer cidadão de bem pode fazer uma denúncia anônima, mas a lei prevê advertência e multa aos gestores condominiais, entendo que lei estabelece aquilo que deveria ser a nossa base moral perante a sociedade, o compromisso de cuidar e garantir a segurança da nossa comunidade, este é o princípio maior que deve nortear qualquer líder comunitário. Faço uma reflexão para lembrarmos que todos nós somos filhos do maior presente da humanidade, a mulher e que a educação e cuidado, nós queremos para os nossas crianças, adolescentes e idosos se fecharmos os olhos para a violência doméstica em nossos lares, no lar de nossos vizinhos e da nossa comunidade, não vamos repetir os erros do passado, violência só gera violência. Deixo aqui esta reflexão para que assim como o vírus COVID-19, a violência doméstica tenha cura e seja extinta dos nossos lares. Deixo um carinhoso abraço para todos", finalizou o Shamballa.

Presidente da ABRASSP/DF - Davi Shamballa -Foto: Print vídeo.

De acordo com o presidente nacional da Associação Brasileira de Síndicos e Síndicos Profissionais - ABRASSP, Paulo Melo, a sanção da lei ajuda a coibir os casos de violência em condomínios. “Recebemos a notícia de maneira muito positiva. Vários estados já adotaram medidas assim. Chegou a vez do Distrito Federal. Vai melhorar muito e as pessoas vão ter mais responsabilidade quando assumirem cargos de síndicos também. Se ficarem sabendo de alguma coisa, não poderão deixar de dar essa informação. A gente percebe mulheres sofrendo agressões, assim como crianças apanhando, ou idosos mal cuidados. Então, a lei é importante para defender os mais vulneráveis”, disse Paulo Melo.


Presidente da ABRASSP Brasil, Paulo Melo - Foto: Paulo Alves.

Por fim o senhor Geraldo Queiroga, síndico do Edifício Natália, no Guará comentou as reflexões do SindiCONDOMÍNIO-DF sobre a lei nº 6.539/2020, e falou. "Li com atenção o arrazoado defendido pelo SindiCONDOMÍNIO-DF, sobre a lei nº 6.539/2020, e para mim os argumentos não se sustentam e contrariam o interesse público. Não hão de prevalecer, torço e acredito. Concordo com o presidente da ABRASSP/DF,  o senhor Davi Shamballa, que a discussão do mérito deve ser encerrada e que o o debate agora se dê nas audiências públicas que precedem a regulamentação da nova legislação. Importante enfatizar que essa norma vem amparar os síndicos, que passarão a agir segundo a LEI, ao invés de atuar como delatores, como acontecia antes, inclusive se expondo a intimidação e represálias pelas partes agressoras. Siga em frente e ignore as críticas", comentou o síndico Queiroga.

Síndico Geraldo Queiroga - Foto: Facebook.

É importante que os síndicos se documentem para evitar eventuais punições. É mais uma preocupação para o síndico. Operacionalmente nãos sabemos se a lei vai surtir algum efeito, mas eu orientaria aos síndicos que, tomando conhecimento de algum caso, chamem o 190 e registrem caso eles não venha, devido ao aumento da demanda, por exemplo, façam boletim online. É muito importante que os síndicos estejam documentados de que tentou tomar providências para resolver o problema.

Os moradores dos conjuntos residenciais ou condomínios que presenciarem devem comunicar imediatamente os casos de agressão o síndico ou a administradora de condomínios, tendo seu sigilo preservado. De acordo com o texto da lei, por sua vez, os síndicos ou as administradoras de condomínios devem denunciar as agressões à Delegacia Especializada da Defesa da Mulher.

Agora é lei a proposta que obriga os responsáveis por condomínios residenciais e comerciais do DF a comunicarem a polícia indícios ou casos de violência doméstica ocorridos em suas unidades ou áreas comuns. Após aprovação unanime na Câmara Legislativa do Distrito Federal, o projeto foi sancionado pelo governador Ibaneis Rocha.

Dados do Anuário Brasileiro de Segurança Pública revelam que em 2018 o Brasil atingiu o recorde de registros de lesões corporais dolosas em decorrência de violência doméstica, com 263 mil casos. Isso significa que, a cada 2 minutos, uma mulher se deslocou até uma delegacia de polícia para denunciar que tinha sido agredida pelo companheiro. O mesmo levantamento aponta que 60 mulheres foram vítimas de feminicídio no DF em 2019.

A lei nº 6.539/2020, se destina também a proteger crianças, adolescentes e idosos. Sancionada na segunda-feira (13/04), entra em vigor após a regulamentação pela Secretária de Segurança Pública e GDF.

A norma determina que os condomínios fixem cartazes ou placas nas áreas comuns dos residenciais sobre a lei e incentivando os moradores a avisarem o síndico quando souberem de casos de agressão.

O texto prevê que os condomínios que descumprirem a lei devem ser advertidos. Os reincidentes deverão ser multados. Os valores arrecadados devem ser destinados a fundos de proteção aos direitos das mulheres, crianças, adolescentes e idosos.

O projeto de lei prevê multa para os condomínios que não contribuírem com as denúncias ou informações para identificação das vítimas ou possíveis agressores. Síndicos e administradores que por ventura não façam essa notificação dentro das 24 horas, e essas notificações são previstas na própria lei penal, que estariam cometendo omissão de socorro.

Muitas vezes as mulheres, crianças, adolescentes ou idosos, estão em sitação de tanta vulnerabilidade, que são mortos e espancados sem ter voz para reclamar. Enquanto muitos vizinhos escutam e fazem de conta que não porque em briga de marido e mulher ninguém mete a colher. Não estamos dizendo para ninguém meter o pé na porta de ninguém e entrar. Mas convidando todos do condomínio pra colocar o dedo no telefone e chamar a polícia. 

Que coloque o dedo no telefone e avise ao síndico. A nossa sociedade tem que parar de ser omissa com a violência. Nós precisamos entender qual é o nosso papel na sociedade. Cada um tem responsabilidade sobre seus atos. Assim, podemos contribuir para que cada vez mais os agressores fiquem coibidos de praticar este tipo de ato. Acreditamos que toda e qualquer ideia que possa trazer paz e tranquilidade para os lares brasileiros merece a atenção dos legisladores Brasileiros.




Com o isolamento social e toda a família reunida em casa, o uso dos espaços e equipamentos domésticos se intensificam, e podem levar a pequenos, mas incômodos, incidentes que atrapalham o bom funcionamento da rotina, como peças quebradas, vazamentos, curtos-circuitos, entre outros. Com as lojas de materiais de construção abertas, de acordo com orientação do decreto do Governador do DF, a população do tem conseguido resolver estas emergências, de forma a garantir o bom funcionamento da casa e o bem estar da família.

Bosco Almeida, coordenador de marketing do Home Center Castelo, afirma que os pequenos consertos emergenciais tem sido a maior demanda nas quatro unidades do grupo nestes tempos de pandemia de coronavírus. ”A maior parte das obras de construção foram interrompidas, em função do isolamento; outros, por medidas de contenção de gastos, adiaram planos de reformas; mas quando um cano estoura, não tem como esperar”, afirma o especialista. "É chuveiro que queima, pia que quebra, cano que estoura, fiação elétrica… Os problemas surgem de todos os lados”, completa Bosco.

Quem passou por este problema, recentemente, foi a professora e influenciadora digital Karl Jeaneth. Ela conta que o banheiro social da casa já vinha apresentando um pequeno vazamento, mas que, com por conta da correria do dia a dia, se dividindo entre o serviço público e dezenas de eventos profissionais, ela não deu muita atenção. Porém, com o marido e os dois filhos adultos em casa, o problema se intensificou e não teve mais como esperar. O sinal vermelho acendeu quando a conta de água chegou e o banheiro teve que ser interditado. "Imagina a situação deste povo todo em casa e o banheiro interditado?”, conta Karl Jeaneth.

O jeito foi chamar um pedreiro para o orçamento e correr para a loja de materiais de construção. O diagnóstico não foi tão simples: além de trocar o vaso e encanamento, seria preciso quebrar o piso também. A professora, então, resolveu a aproveitar a oportunidade para dar uma atualizada na decoração, e trocar os revestimentos. "É uma questão de garantir a usabilidade e o conforto da família", destaca Karl. “Já é um estresse para a maioria das pessoas ficar em casa, confinado, agora imagina com um chuveiro queimado, uma pia interditada, ou um banheiro que não funciona?”, lembra a professora, a caminho da obra.

A questão é que algumas coisas não são tão simples, como esclarece o especialista em pequenas reformas, Jonatas Gomes, da Omnes Serviços, uma empresa de “marido de aluguel” que viu seu trabalho triplicar no último mês. "Às vezes um mofo na parede vai exigir mexer no telhado; por causa de um vazamento tem que quebrar a parede e por ai vai”, completa. 

Sobre o Home Center Castelo Forte - Com 29 anos de atuação no Distrito Federal, a Castelo Forte está presente em quatro Cidades do DF: Samambaia, Recanto das Emas, Vicente Pires e Ceilândia. Ao longo desses anos, a empresa vem conquistando espaço, saindo de uma pequena empresa familiar, crescendo e se tornando referência no DF em materiais para construir, reformar e decorar. Com grande senso de responsabilidade social, tem contribuído com dezenas de projetos e ações socioeducacionais ao longo deste período.

Serviços
Home Center Castelo Forte
Endereços:
Samambaia - QD 302 Cj. 08 Lt. 02 - Centro Urbano Samambaia
Recanto das Emas - QD 104 Av. Recanto das Emas Lts. 12 e 13 - Centro Urbano
Vicente Pires - CH 135/2 Via Estrutural
Ceilândia - QNM 33 Av. Hospital Regional
Site: https://www.casteloforte.com.br/

Governo quer título de Brasília como capital dos ipês; Novacap, Ibram e Emater-DF compõem grupo de trabalho

| Foto: Arquivo Agência Brasília

O governo do Distrito Federal formou um grupo de trabalho com representantes da Novacap, da Emater-DF e do Instituto Brasília Ambiental (Ibram) para organizar, estruturar e implementar ações de arborização nas áreas urbanas, rurais e de conservação ambiental. O objetivo é fazer com que o Distrito Federal seja reconhecido pelo título de “Brasília Capital dos Ipês”.

Até 2022, a meta é ter 1 milhão dessas árvores plantadas em todas as regiões da capital. A árvore é típica do cerrado e as espécies mais comuns são as de flores amarelas, rosas e brancas e verdes, que é considerada rara. Todas as mudas usadas na arborização do DF são cultivadas nos viveiros da Novacap.

De acordo com a portaria que criou o grupo de trabalho, cada órgão cuidará das ações referentes aos seus espaços – a Novacap terá como foco as ações na área urbana, a Emater, no espaço rural, e o Ibram, nas unidades de conservação. O grupo de trabalho tem 180 dias de prazo de funcionamento, que pode ser prorrogado por igual período.

Dois servidores de cada órgão foram cedidos para compor o grupo de trabalho. Pela Novacap foram designados Raimundo Gomes Cordeiro (titular) e Janaína Lima Martins Gonzales (suplente); pela Emater, Loiselene Carvalho da Trindade Rocha (titular) e Rogério Lúcio Vianna Júnior, e pelo Ibram, Gabriela Albuquerque Marmo de Oliveira (titular) e Gustavo Nogueira Lemos (suplente).Foto: Renato Araújo / Agência Brasília

“Estamos desenvolvendo um projeto com estudos científicos para estabelecer o plano de arborização na área rural”, afirma Loiselene Trindade, engenheira-agrônoma e coordenadora do projeto pela Emater-DF.

Ela explica que outras espécies de árvores também devem ser plantadas. “A diversidade de espécies é importante, e, dentro disso, vamos aumentar o número de ipês. Por isso é importante esse grupo de trabalho estabelecer diretrizes, programas e políticas de arborização”, explica a coordenadora.

Segundo a representante do Brasília Ambiental, esta ação ambienta é sempre uma ótima oportunidade de preservar este símbolo do Cerrado. “No caso do instituo, as mudas serão plantadas nos parques ecológicos e nas unidades de conservação como forma também embelezar os espaços”, completou Gabriela Alburque.

O grupo de trabalho começa agora a planejar os plantios que vão ter início no final do ano, com a chegada do período de chuvas, que é a melhor época para o plantio.

Arborização acelerada

O plantio de mudas de ipê em vias do Distrito Federal vem ocorrendo já há algum tempo. De janeiro a março, a Novacap plantou mais de 30 mil mudas da árvore em diversas regiões administrativas do DF (veja quadro abaixo).

Desde fevereiro, a Estrada Parque Taguatinga (EPTG), recebeu o plantio de 2,5 mil mudas da árvore, de espécies de várias cores. Por conta disso, a estrada ganhou o apelido de “IPÊTG”. A previsão é que as árvores levem de dois a três anos para florescer.

A Avenida do Joquéi, recém-recapeada e com sinalização renovada, também ganhou mil mudas ao longo de toda sua extensão. A Novacap também plantou 3 mil mudas da árvore no Eixo Monumental.

A partir de outubro serão plantados mais 120 mil árvores da espécie. O objetivo é que até o final do ano sejam plantadas 150 mil árvores em todo o Distrito Federal.

O objetivo é otimizar a disponibilização dos serviços de saúde no SUS para contenção da pandemia

Foto: Rogério Lopes

O vice-presidente da Câmara Legislativa, deputado Delmasso (Republicanos), criou o projeto de Lei 1.108/2020 que estabelece a Ação Estratégica Brasília Conta comigo, para combater o coronavírus no Distrito Federal. A proposta será implementada através dos estabelecimentos de saúde que prestem serviços no Sistema Único de Saúde (SUS), estágio obrigatório e participação voluntária dos alunos de medicina, enfermagem, fisioterapia e farmácia.

O projeto será coordenado pela Secretaria de Saúde e poderão participar da Ação Estratégica as Unidades de Atenção Básica à Saúde, Unidades de Pronto Atendimento e estabelecimentos da rede hospitalar. O dirigente do hospital deverá indicar os profissionais e informar o número de alunos participantes.

A Secretaria de Saúde garantirá a capacitação para supervisores e alunos no combate ao COVID-19 e os hospitais oferecerão equipamentos de proteção individual aos participantes. Os alunos voluntários e estagiários receberão certificado com a carga horária.

Delmasso falou sobre a importância do projeto para a população. “Estamos unindo esforços para minimizar o efeito do coronavírus na vida das famílias do Distrito Federal. O objetivo é otimizar a disponibilização dos serviços de saúde no SUS para contenção da pandemia de forma integrada com as atividade de graduação na área da saúde”, explicou.


A nomeação da esposa do governador Ibaneis Rocha, a primeira-dama Mayara Noronha, para comandar a Secretaria de Desenvolvimento Social gerou debate entre os deputados distritais nesta terça-feira (7). A informação foi recebida durante sessão extraordinária remota da Câmara Legislativa e dividiu opiniões


"Nada contra a primeira-dama, mas acho estranha a nomeação e me causa preocupação, em especial nesse momento, que precisamos de corpo técnico", afirmou o deputado Leandro Grass (Rede).

O distrital Fábio Felix (PSOL), que é assistente social, considerou o ato do governador um retrocesso: "A política pública de assistência social exige discussão técnica. Essa nomeação é um péssimo gesto para os servidores da área".

Na mesma linha, Júlia Lucy (Novo) argumentou: "Tenho um ótimo relacionamento com a primeira-dama, mas não é possível que não tenhamos um servidor à altura para assumir o cargo. Isso deprecia o governo. É um cargo político, mas é importante que seja ocupado por uma pessoa técnica". A distrital ainda fez um apelo para que o governador reveja o ato: "Mesmo que não seja ilegal, não seria imoral?".

Por sua vez, o líder do governo na Casa, deputado Cláudio Abrantes (PDT), disse ser salutar a defesa do sistema de assistência social, mas reforçou não haver qualquer impedimento legal para a nomeação. Ele também pregou ser preciso evitar julgamentos antecipados. "Estou certo de que a doutora Mayara irá trabalhar para o bem do sistema", completou.

Já o deputado Agaciel Maia (PL) considerou que a nomeação da primeira-dama pode ser um impulsionador para a pasta: "Se ela tiver disposição para ouvir as pessoas pobres, pode facilitar a chegada das demandas ao governador. Trabalho não vai faltar". O deputado Hermeto (MDB) concordou: "Numa área tão sensível, com boa interlocução com o governo, ela poderá ajudar muito".

Ao desejar "boa sorte" para a nova secretária, o deputado Robério Negreiros (PSD) afirmou: "O papel da primeira-dama é justamente na área social". E o deputado Daniel Donizet (PSDB) apontou que a primeira-dama irá doar o salário para organizações sociais e poderá ajudar muito estando no cargo.

Auxílio de R$ 600,00 para trabalhadores informais de baixa renda


O portal Agora Brasília conversou hoje (1º) com o senador Izalci Lucas (PSDB/DF) sobre auxílio emergencial de R$ 600,00 para trabalhadores informais de baixa renda, que foi aprovado pelo Senado.

Sobre essa medida emergencial, ele fala que foi apresentado diversas emendas que devem ser aprovadas nesta quarta-feira (1º), incluindo taxistas, motoristas de aplicativos, pescadores e outros que atendam os pré-requisitos estabelecidos na lei. 

Sobre quando vai chegar a ajuda financeira aos beneficiários, o senador informa que é uma questão operacional a cargo do Ministério da Cidadania

Izalci observa que é necessário respeitar a quarentena, e também deve-se criar condições para que algumas atividades continuem funcionando, a exemplo de transporte e alimentação.

As pessoas não moram na União e nem nos estados, elas moram nos municípios, então tem que fazer uma ação junto com os prefeitos articulada com o governo federal e estadual. Não dá para cada governador tomar uma atitude diferente", alerta.


Secretaria de Desenvolvimento Social abre dispensa de licitação emergencial para aquisição de mais de 50 mil cestas de alimentos e kits de prevenção. Serão investidos R$ 15 milhões


O Governo do Distrito Federal (GDF) vai investir R$ 15 milhões no fornecimento de 53.856 cestas básicas e 53.856 kits de higiene, ambos destinados a pessoas em situação vulnerável atendidas pela Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes).
53.856Total de unidades contidas em cada lote de cestas básicas e kits de higiene a serem distribuídos pela Sedes

A medida, que abre dispensa de licitação emergencial, foi publicada em edição extra do Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) neste domingo (5) e é mais uma ação para combater a pandemia provocada pelo novo coronavírus (Covid-19).

Do montante a ser investido, R$ 10 milhões compõem recursos destinados ao combate à Covid-19. Outros R$ 5 milhões são de programas continuados da secretaria, mas não entram na dispensa de licitação emergencial

As cestas serão compostas por arroz, açúcar, feijão-carioca, macarrão, farinha de mandioca, polvilho doce, óleo de soja, carne bovina, sardinha, sal, café e leite. Já os kits de prevenção contam com sabão em pó, detergente, água sanitária e sabonete.

Empresas interessadas em participar da licitação devem enviar proposta até as 14h do próximo dia 8 (quarta-feira) ao e-mail dispensadelicitacao@sedes.df.gov.br. O termo de referência referente ao certame está disponível no site da secretaria (www.sedes.df.gov.br).



O governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB), estranhou a decisão de Mandetta de custear a instalação de hospital de campanha em Águas Lindas de Goiás, no Entorno do DF, só porque o prefeito, Hildo do Candango (PSDB), é adversário político do governador Ronaldo Caiado, que é do DEM, mesmo partido do ministro





O Hospital Regional de Águas Lindas de Goiás, contará com pronto-socorro, 30 leitos de UTI (10 adulto, 10 pediátrico e 10 neonatal), 8 salas no centro cirúrgico, incluindo atendimento de obstetrícia, num total serão 137 leitos numa área construída de 11.405,62 m².


Hospital Regional de Águas lindas de Goiás - situação 95% concluído.

Ronaldo Caiado

Segundo as palavras do governador de Goiás, Ronaldo Caiado (DEM), em reunião com prefeitos da Região Integrada de Desenvolvimento do Distrito Federal e Entorno no início de 2019, que ocorreu para reativação da RIDE, ele falou no encontro que o Hospital Regional de Águas Lindas de Goiás, poderia ser inaugurado até o final de 2019 e não foi.

O governador Ibaneis Rocha (MDB) conhece de perto os problemas do Entorno, que até hoje não conta com nenhum hospital de grande porte. Os hospitais de Águas Lindas e Luziânia permanecem com as obras bem adiantadas mas inacabados. 

Ibaneis Rocha

“Em vez de hospital de campanha, Mandetta deveria liberar os R$1,5 milhão para concluir a obra do hospital de Águas Lindas, é tudo o que falta”, comentou Ibaneis.

Henrique Mandetta


Ao anunciar o hospital de campanha, Mandetta afirmou que o fazia para atender pedido de Caiado, que recentemente rompeu com o presidente Jair Bolsonaro, mas é seu correligionário. 

“O ministro Mandetta pode continuar usando o cargo e a pandemia para fazer política, mas precisa se lembrar que a obrigação de todos nós é cuidar das pessoas e não de interesses políticos ou partidários”, afirmou o governador do DF, Ibaneis Rocha.

 
Hospital Regional de Luziânia - situação: está praticamente pronto foi estadualizado recentemente.

Outro hospital que está praticamente pronto é Hospital Regional de Luziânia é uma das inúmeras obras planejadas e construídas na gestão do prefeito Cristóvão Tormin. Com 100% da obra física já concluída e mais de 70% de todos os equipamentos e mobiliários adquiridos.

Hospital Regional de Santo Antônio do Descoberto - situação 50% concluído com problemas na justiça.

Um hospital que está com situação complicada é o Hospital Regional de Santo Antônio do Descoberto, desde o início da construção, em 2001, a obra do hospital foi paralisada diversas vezes por problemas jurídicos e técnicos da administração municipal. Foram 12 anos sob gestão municipal, sem perspectivas de conclusão até a decisão do governo do estado de assumir a obra, mas agora com o comando do governador de Goiás, Ronaldo Caiado, que é médico, o hospital poderá ser concluído em poucos meses.

Historicamente abandonado pelos diversos governos estaduais de Goiás, os moradores do Entorno dependem do governo do DF para ter acesso a serviços públicos em saúde.


Fica a perguntas: Não é melhor colocar os hospitais de Luziânia, Águas Lindas de Goiás e Santo Antônio do Descoberto pra funcionar de forma definitiva ou você quer ter um hospital temporário?























Fica a pergunta: Não é melhor colocar os hospitais de Luziânia, Águas Lindas de Goiás e Santo Antônio do Descoberto pra funcionar de forma definitiva ou você quer ter um hospital temporário?

Com o novo coronavírus sendo classificado pela OMS como uma pandemia, o Grupo Sollo, pensando em melhor instruir os colaboradores que atuam em mais de 300 condomínios no Distrito Federal, lançou a Cartilha Básica do Colaborador, um importante instrumento de apoio para o  trabalho de limpeza e desinfecção de  condomínios, com orientações básicas que serão de grande utilidade para os funcionários de condomínios 



O Grupo Sollo iniciou nesta sexta-feira (27/03) uma campanha de conscientização e prevenção ao novo coronavírus. A principal novidade é a a Cartilha Básica do Colaborador, um livreto que já foi entregue para todos os trabalhadores que atuam em postos do Grupo Sollo.

A cartilha foi entregue pra mais de 2 mil colaboradores da empresa. O guia foi preparado a partir de orientações de químicos, especialistas em desinfecção de ambientes e autoridades em saúde pública com o objetivo de divulgar informações confiáveis acerca de materiais de limpeza, higiene e orientações contra o COVID-19.

A meta da empresa é envolver todos os colaboradores dos condomínios, que a Sollo Serviços atua na conservação e limpeza.  Os colaboradores de condomínios, ao se depararem com as ações da empresa, ser sentem amparados e confortáveis para desenvolverem suas funções em seus postos.

"A comunicação ajuda a serenar ânimos e informar corretamente sobre a doença e como preveni-la. Informação correta neste momento é fundamental. Acima de tudo, deixar os colaboradores informados sobre a pandemia, e dar-lhes condições de se precaver e ajudar os demais, com informações e ações necessárias a evitar a contaminação", afirma o diretor executivo da empresa Sollo Serviços, Alexandre Hoff.

Muitos recursos foram investidos, em Equipamento de Proteção Individual (EPI), incluindo luvas, botas e máscaras, produtos de limpeza, cartazes, cartilhas informativas aos colaboradores e condôminos, tudo de acordo com recomendação dos órgãos oficiais. Com isso a empresa intensificou a distribuição de água sanitária, álcool gel, sabonete liquido e desinfetante explicando muito bem sobre a eficácia e utilização desses produtos.

As recomendações seguem dados oficiais de órgãos de referência, como o Ministério da Saúde, Organização Mundial da Saúde (OMS) e Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) dos EUA.










Sobre o Grupo Sollo - Atuante no segmento de terceirização de mão de obra, principalmente para o mercado privado, a empresa foi construído com bases sólidas. Quando o assunto é prestação de serviços para condomínios, empresas privadas e outras instituições, ninguém é tão especializado quanto o Grupo Sollo. No mercado desde 1993, oferecemos toda a confiança que você precisa na hora de terceirizar serviços de asseio e conservação.

Com mais de 25 anos de experiência, o Grupo Sollo se consolidou como líder de mercado, tanto pela seriedade e competência como pelo pioneirismo e pontualidade no desenvolver de suas funções.



Telefone: (61) 3361 6004
Endereço: SCIA QUADRA 8, CONJUNTO 14, LOTE 12, CEP 71250-740, BRASÍLIA/DF


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