Ação será nesta terça-feira (26), em alusão ao Dia Nacional de Combate ao Glaucoma
Pacientes que esperam na fila da regulação por uma consulta com um oftalmologista na rede pública de saúde do Distrito Federal serão atendidos nesta terça-feira (26), durante o mutirão de oftalmologia. Ao todo, 300 pessoas identificadas, conforme a classificação de risco, como vermelho e amarelo serão atendidas no Hospital Regional de Taguatinga (HRT), no Hospital Universitário de Brasília (HUB) e no Hospital de Base.

Atualmente, cerca de 2 mil pacientes esperam por uma consulta com oftalmologista na rede pública de saúde do DF. "Com essa ação, vamos atender todos os pacientes classificados de vermelho. Para o atendimento, contaremos com profissionais dos hospitais e também de oftalmologistas voluntários que não são da rede", conta a coordenadora de Oftalmologia da pasta, Adriana Sobral.

O atendimento foi dividido por igual entre os três hospitais que recebem o mutirão, sendo que cada um atenderá 50 pacientes pela manhã e 50 durante a tarde. "Estamos programando um outro mutirão para breve, mas ainda não temos data", frisa a coordenadora.

A ação faz parte da celebração do Dia Nacional de Combate ao Glaucoma, comemorado em todo 26 de maio.


Região Administrativa comemora o vigésimo aniversário

Cerca de quatro mil pessoas compareceram ao restaurante comunitário, na quadra QN 10, neste sábado (23), para mais uma comemoração do vigésimo aniversário da Região Administrativa do Riacho Fundo II. O aniversário da RA foi dia 6 de maio.

Os moradores foram assistir ao desfile cívico e as bandas, compostas por mais de 2.500 jovens, estudantes de escolas locais. Participaram do evento, que começou às 8 horas, as bandas Orquestra Musicando no Cerrado, Assistência Social Casa Azul e o Instituto Nair Valadares (Inav).

Em apresentação do Relatório de Gestão Fiscal do primeiro quadrimestre de 2015, secretários explicam saídas para fugir do limite imposto pela Lei de Responsabilidade Fiscal

Foto: Andre Borges

O secretário de Fazenda, Leonardo Colombini, o chefe da Casa Civil, Hélio Doyle, e o secretário de Gestão Administrativa e Desburocratização, Antonio Paulo Vogel

O limite prudencial é de 46,55% — e não de 49%, conforme informado anteriormente

Para que o Distrito Federal não continue excedendo o limite prudencial com gasto de pessoal imposto pela Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), o governo precisa encontrar formas de aumentar a receita, ao mesmo tempo em que luta para enxugar as despesas com a máquina pública. Em entrevista coletiva nesta tarde (28), no Salão Nobre do Palácio do Buriti, os secretários de Fazenda, Leonardo Colombini, de Gestão Administrativa e Desburocratização, Antonio Paulo Vogel, e o chefe da Casa Civil, Hélio Doyle, explicaram quais medidas o Executivo local tem tomado para conseguir fechar as contas.

O Relatório de Gestão Fiscal do primeiro quadrimestre de 2015 a ser publicado no Diário Oficial do Distrito Federal desta sexta-feira (29) — e discutido com os jornalistas hoje — exigirá atenção dos gestores. O documento mostra que o DF continua acima do limite prudencial imposto pela LRF (46,55%) — com 48,01% da receita corrente líquida destinada à despesa com pessoal.

A associação de Síndicos e Subsíndicos do Distrito Federal e Região Metropolitana – ASSOSSOSÍNDICOS/DF lançou no dia  20/05 a 2°CAC ASSOSÍNDICOS/DF que visa a arrecadação de agasalhos e cobertores para as pessoas que estão em situação de rua.

De acordo com o presidente da ASSOSÍNDICO/DF, síndico Paulo Roberto Melo, “a campanha do agasalho e do cobertor da ASSOSÍNDICOS/DF faz parte do programa ASSOSÍNDICOS CIDADÃ e vem para ajudar pessoas idosas, crianças e mulheres em situação de rua, com essa campanha os síndicos, subsíndicos, funcionários de condomínios e condôminos podem ajudar o próximo com um cobertor ou uma coberta que ele não usa mais” enfatiza o presidente da ASSOSÍNDICOS/DF Paulo Roberto Melo.


No ano passado a Campanha do Agasalho e do Cobertor da ASSOSÍNDICOS/DF, arrecadou mais de 900 peças de roupa que foi separada, distribuída para mais de trezentas famílias do Distrito Federal e Região Metropolitana.

HISTÓRIA
Ele é um idoso. Tem 62 anos de idade, mas já viveu muitas experiências de frio e enfrenta dificuldades bem sérias. O homem se chama Francisco. Ele mora nas ruas do Plano Piloto, convivendo com todo o tipo de adversidade. Uma vida cheia de muita luta, batalha e coragem. Contraindicações para um idoso, como falam as bulas de remédios. Francisco passa o dia comendo o que encontra por aqui e por ali, o que alguém dá, não tem um lugar para tomar banho e nem sabe o que é ler. Muito menos o que significa família ou um lar. Ele veste o que sobrou dos outros e à noite divide um cantinho de chão com outras pessoas como ele. Sem nenhum abrigo.

Pelo segundo quadrimestre consecutivo, porém, unidade federativa ultrapassou limite prudencial: nos últimos 12 meses, despesa de pessoal representou 48,01% da receita


Foto: Andre Borges
O secretário de Fazenda, Leonardo Colombini, o chefe da Casa Civil, Hélio Doyle e o secretário de Gestão Administrativa e Desburocratização, Antonio Paulo Vogel

O Relatório de Gestão Fiscal do primeiro quadrimestre de 2015, que será publicado na edição de amanhã do Diário Oficial do Distrito Federal, confirma o desequilíbrio nas contas públicas. O DF ultrapassou o limite prudencial de despesas com pessoal estabelecido pela Lei de Responsabilidade Fiscal. Diante do aumento na folha com reajustes concedidos a servidores, o desafio do governo de Brasília agora é elevar a arrecadação em uma fase difícil para a economia do País.
De acordo com o relatório apresentado hoje, a despesa de pessoal alcançou 48,01% da receita corrente líquida na média dos últimos dois quadrimestres de 2014 e do primeiro quadrimestre deste ano. O limite, segundo a legislação federal, é 49%. Quando a unidade federativa chega perto disso — se excede 95% do limite, ou seja, destina 46,55% da receita corrente líquida à folha de pagamento —, atinge o chamado limite prudencial. No relatório referente ao terceiro quadrimestre de 2014, divulgado em 30 de janeiro, o percentual foi de 46,93%. Desde então, o DF está impedido de fazer contratações e conceder aumentos, entre outras ações que afetem a folha de pagamento.
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