O nome da instituição foi escolhido em homenagem à primeira diretora do Ginásio do Guará, que hoje é o Centro Educacional 02, conhecido como GG


Foto: Renato Alves.

O distrital destinou R$ 8 milhões, através de emenda parlamentar, para a construção e compra de mobiliários do antigo Centro de Educação Profissional Articulado do Guará- Professora Teresa Ondina Maltese, como era chamado.

O vice-presidente da Câmara Legislativa, deputado Delmasso (Republicanos), é o autor da Lei 6626/2020 que mantém o nome da Escola Técnica do Guará. A instituição era chamada de Centro de Educação Profissional Articulado do Guará- Professora Teresa Ondina Maltese. A Lei vai poder perpetuar o nome da escola que agora passa a ser Escola Técnica do Guará Professora Teresa Ondina Maltese.

O nome da instituição foi escolhido em homenagem à primeira diretora do Ginásio do Guará, que hoje é o Centro Educacional 02, conhecido como GG. Teresa Maltese faleceu em 09 de julho de 2015 e foi professora de diversas personalidades que se destacaram na cidade.


Foto: Divaldo Santos.


Delmasso destinou R$ 8 milhões, através de emenda parlamentar, para a construção e compra de mobiliários da Escola Técnica do Guará. “Colocamos a emenda para viabilizar a conclusão das obras. Estou muito feliz em ver a escola em pleno funcionamento. Ela é um grande legado para o Guará. Os jovens precisam se qualificar para que possam ter uma carreira profissional de sucesso”, afirmou.




Se você ainda não sabe como chamam as pessoas que nascem em Brasília, fique tranquilo, que o Blog do PAULO MELO explica




Bem, aqueles que nascem em qualquer região de Brasília são chamados de brasilienses. Mas pode acontecer de perguntar a alguém se é de Brasília, por exemplo, e receber a seguinte resposta: — Sim, sou Candango!

Candango? Como assim, candango?

Exatamente. Candango é o termo aplicado aos operários que participaram das primeiras construções do Distrito Federal, ao final da década de 50. Muitos deles migraram de outros estados, grande parte do nordeste. Esse movimento tinha o objetivo de prestar serviço a Juscelino Kubitschek, presidente na época, em fundar uma nova cidade no centro do país, para que pudesse ser a nova capital do Brasil.

Em cima da denominação “candango” criou-se uma nova significação histórica para Brasília e que remete a origem da cidade.

Juscelino, com sua intenção de criar uma nova cidade e decretá-la como capital, e com a situação de que trabalhadores de outras estados brasileiros aceitaram ajudar nessa missão, ele confirmou o uso da expressão “candango” para expressar um sentido contrário de insulto, como era utilizado para agredir verbalmente indivíduos negros. Candango, a partir de Brasília, teria um novo valor, uma nova representação, que fazia jus a todo esforço, dedicação e empenho, daqueles que acreditaram no sonho do ex-presidente e tiveram o prazer de concretizá-lo junto com ele.

Com isso, alguns dos trabalhadores, além de ajudar a construir uma nova capital, decidiram ficar e construir uma nova vida na nova cidade do cerrado do centro-oeste, tornando-se pioneiros de Brasília.

Por esse motivo, filhos, netos e as geração seguintes daqueles que se dedicaram às obras da capital, começaram a adotar o termo candango para se intitular “nascido em Brasília e membro de família que fez parte da construção de Brasília”, após 1960.
Mas qual a diferença de ser Brasilense ou ser Candango?

Independente de ser Brasiliense ou Candango, os dois se referem àqueles que nasceram em Brasília. A única diferença entre ser brasiliense e ser candango será a linhagem, se a pessoa vem ou não de uma geração que deu asas à construção de Brasília.


Além do mais, para homenagear os antigos construtores de Brasília, a escultura que é um cartão postal que está no centro da cidade — na Praça dos Três Poderes —, deixou de ser chamada de “Os Guerreiros” para ser conhecida como “Os Candangos” que faz uma representação dos trabalhadores que contribuíram para erguer a atual capital do Brasil.

Depois de muita articulação do deputado Delmasso (Republicanos), que solicitou em diversos orgãos do GDF a retomada dessa obra esperada há anos por moradores, síndicos e investidores da região do Park Sul

Fotos:Ricardo Bernardino.

Um acordo entre governo e incorporadoras que ergueram prédios residenciais no Setor de Garagens, Concessionarias e Veículos Sul, também conhecido como Park Sul, o projeto prevê a para o lugar. O GDF quer melhorar infraestrutura para incentivar mais investimentos na região.

Esse é mais um compromisso assumido e cumprido pelo vice-presidente da Câmara Legislativa, deputado Delmasso (Republicanos), com os moradores do Park Sul, fruto da parceria sólida e produtiva que o parlamentar estabeleceu com os síndicos do bairro. 

“Depois de concluídas, as obras de infraestrutura do novo bairro Superquadra Park Sul-SQPS, serão importantes para consolidar o bairro e buscar mais investimentos e equipamentos públicos para a região”, ressaltou o deputado Delmasso.

Delmasso também é o autor do PL 923/2020, que tem por objetivo propor a alteração da denominação dada ao Setor de Garagens e Concessionárias de Veículos-SGCV para a nova denominação Superquadra Park Sul-SQPS, 

A mudança é resultado de inúmeras reivindicações de moradores da localidade, sendo importante registrar que atualmente a localidade abriga a instalação de complexos residenciais, hotéis, shoppings, concessionárias e garagens. Assim a proposta visa dar ao setor uma denominação que melhor atenda as necessidades da população local.

Um pool de secretarias e construtoras vai tirar da gaveta o Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) de 2009 para levar desenvolvimento a duas regiões que estão entre as mais importantes do Distrito Federal: os setores de Garagem e Concessionárias e Veículos (SGCV) e de Oficinas Sul (SOF Sul).

O acordo entre governo e incorporadoras que ergueram prédios residenciais no Setor de Garagens, Concessionarias e Veículos Sul – também conhecido como Park Sul – prevê a construção de galerias de águas pluviais e recuperação asfáltica para o lugar.

A obra vai custar R$ 35 milhões, dinheiro que será bancado pelas empresas. “Por intermédio da Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação (Seduh), as empresas se comprometeram a arcar com o valor assinando um TAC. Fazemos reuniões quinzenais e aprovamos os projetos apresentados pelas empresas”, disse o secretário de Obras, Luciano Carvalho.

Em contrapartida, o GDF vai realizar as mesmas melhorias no Setor de Oficinas Sul, vizinho ao SGCV. Serão implementados 6,4 mil metros de drenagem e 9,7 mil metros de pavimentação. A previsão é que a obra custe R$ 25 milhões.

Os recursos virão da Secretaria de Desenvolvimento Econômico (SDE) por meio do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID). A instituição é parceira do Governo do Distrito Federal na fomentação de melhorias em áreas de Desenvolvimento Econômico.

A secretaria quer incluir o SOF Sul no acordo atual com o BID, em que o GDF conseguiu US$ 71 milhões para realizar obras de infraestrutura nas ADEs, como a implantação de asfalto, linha de energia elétrica e redes pluviais.

Para custear as obras no SOF Sul, a Secretaria de Desenvolvimento Econômico tentará convencer o representante do BID em Brasília para incluir o SOF Sul no Pró Cidades: Programa de Desenvolvimento Econômico do DF, que utiliza parte dos recursos internacionais para executar obras de infraestrutura nas cinco ADEs: três em Ceilândia, uma em Santa Maria e uma no Gama.

“O secretário de Obras entrou em contato conosco dizendo que lá no SOF Sul é uma outra área de desenvolvimento econômico. Nós fizemos avaliação da possibilidade de inserção dessa obra no programa. Começamos uma negociação com o BID para pegar o saldo de recurso existente para a execução dessa obra”, disse a subsecretária de Apoio às Áreas de Desenvolvimento Econômico, Maria Auxiliadora.

De acordo com Luciano Carvalho, apesar de o SOF Sul não se localizar numa ADE, a área se enquadra no perfil, por seu potencial de atrair empresas. “Temos o projeto e licenças ambientais. O Setor de Oficinas se enquadra muito nesse perfil de ADE. Então, a Secretaria de Desenvolvimento Econômico está renegociando o seu contrato com o BID e há uma possibilidade grande de a gente conseguir incluir o SOF dentro desse programa”, detalha Luciano.

Alagamentos
Numa breve caminhada pelas ruas do SOF Sul, dá para perceber os remendos no asfalto e o consequente desnível que ele provoca na maioria das ruas. Mas o maior problema mesmo são os constantes alagamentos.


Fotos:Ricardo Bernardino.



O benefício atingirá a tropa, seus dependentes e pensionistas

Policiais militares do Distrito Federal serão atendidos no Hospital santa Marta, localizado em Taguatinga Sul. O novo contrato atende uma demanda antiga dos militares principalmente dos que residem no eixo Taguatinga/ Ceilândia, pois é a região onde se concentra a maior parte do efetivo.
 
“A parceria entre a PMDF e o hospital Santa Marta é fruto de muito esforço e dedicação que temos empenhado para melhorar a qualidade de vida da tropa e vem em um ótimo momento, pois agregará mais uma alternativa aos convênios atuais, que serão mantidos.” Comemora o deputado Hermeto (MDB), parlamentar que luta pelas causas da categoria militar no DF.

O Comandante da PMDF, Cel Pontes, também celebrou o benefício para os policiais militares já que a ideia é que a rede de saúde seja expandida. Segundo o comandante, ainda há uma negociação com o Hospital Santa Marta para a expansão do serviço para sua rede de laboratórios e que já está próximo de ter o martelo batido. “Estamos em busca de fechar o contrato com os laboratórios do Hospital ainda nesta quinta, assim poderemos proporcionar um serviço mais completo para a tropa.” Afirmou o Comandante Cel Pontes.

Segundo a assessoria de imprensa da tropa “A Polícia Militar está muito próxima de finalizar o contrato para assistência médica com o Hospital Santa Marta, este acréscimo em nossa rede de atendimentos se dará em um curto espaço de tempo e será, ainda, um reforço para o atendimento, testagem e tratamento dos Policiais Militares, dependentes e pensionistas infectados pela covid 19. Em breve informaremos o início das atividades.”

Em suas redes socias Hermeto conclui sua fala ressaltando que “Ainda não chegamos no ideal de saúde que precisamos e merecermos, mas tenho certeza que estamos no caminho certo.”

Por Larissa do Vale.

A queda de doações preocupa entidades que atuam no socorro a famílias carentes; a primeira semana de junho registrou o menor volume de doações desde o início do mapeamento  

A pandemia do Covid-19 tem afetado muitas famílias, especialmente nas famílias mais carentes. E as entidades beneficentes, que costumam assistir crianças, idosos e pessoas em situação de vulnerabilidade, também estão passando por apertos para conseguir manter os serviços prestados aos assistidos. Duas razões tem ajudado a piorar a situação de quem depende de doações: o isolamento, que tem feito as pessoas evitarem sair de casa e a retração econômica, que tem levado os doadores a segurar as finanças.

A queda de doações já começa a preocupar entidades que atuam no socorro a famílias carentes. Segundo dados do site Monitor das Doações, a primeira semana de junho registrou o menor volume de doações desde o início do mapeamento. Foram apenas 81 milhões de reais em novas doações (dados atualizados pela Associação Brasileira de Captadores de Recursos /ABCR). “As pessoas se mobilizaram num primeiro momento, mas agora, me parece que começam a se acostumar com a tragédia”, afirma Jorge Eduardo Deister, coordenador da Vila do Pequenino Jesus, que atende pessoas com deficiências físicas e neurológicas.

Segundo Jorge Eduardo, muitas instituições estão correndo o risco, inclusive, de fechar as portas devido a falta de condições para manter despesas básicas, como aluguel, funcionários, remédios e até alimentos. Jorginho, como é conhecido, afirma que recebe semanalmente dezenas de ligações de outras entidades que não tem mais condições de manter os serviços. ”Percebemos um achatamento maior na curva de doações do que na curva de infectados; e os problemas enfrentados pelos mais vulneráveis estão longe de acabar”, alerta Jorge Deister.

Outro problema enfrentado pelas entidades diz respeito aos eventos, que costumam ser uma das formas de captação de recursos para as entidades assistenciais. Com a proibição de aglomerações, os eventos estão cancelados ou suspensos. “A maioria dos eventos nos últimos tempos contavam com arrecadação de alimentos, cobertores e outras coisas para doações, e com o cancelamento dos eventos, não temos o que fazer”, afirma Andreia Arantes, da Eleva Produção.

As soluções existem e passam pela mobilização da sociedade civil.  O Youtuber Renan Bolsonaro visitou a entidade, recentemente, e se solidarizou com a necessidade que a instituição enfrenta para manter a saúde e a qualidade de vida dos assistidos, especialmente durante a pandemia. “Tenho certeza que podemos contribuir com esta e outras entidades pelo País, mobilizando artistas e celebridades, levantando recursos que podem salvar milhares de vidas”, afirmou o Youtuber, que baseado nisso tudo resolveu promover um evento esportivo solidário online.

O evento, que contará com a participação de 40 cantores e celebridades nacionais, e patrocínios de grandes empresas favoráveis ao movimento, está previsto para ser realizado na Arena do Estádio Nacional de Brasília. Os produtores esperam uma arrecadação grandiosa que beneficiará dezenas de instituições pelo país. A documentação já está em posse do Estádio, aguardando apenas autorização dos responsáveis.

O vice-presidente da Câmara Legislativa, deputado Delmasso (Republicanos), encaminhou o ofício 248/2020, ao Secretário de Estado de Educação do Distrito Federal (SEEDF), Leandro Cruz solicitando a nomeação dos aprovados no cargo de Técnicos em Gestão Educacional no concurso de 2016


Foto: José Oliveira.

No início de 2019, a Secretaria de Educação, realizou um estudo para suprir a necessidade imediata nas unidades, e dessa forma, compor ao menos 1/5 (um quinto) dos cargos vagos, que atualmente são 2.834. Foi definido que haveria a nomeação de 499 candidatos para a carreira de Técnico em Gestão Educacional (TGE) que abrangeriam as nomeações de 70 Secretários Escolares e 429 Apoio Administrativo.

Foi estabelecido que as nomeações aconteceriam em duas etapas: 50% em abril e 50% em julho de 2019. As contratações previstas para abril aconteceram conforme previsto pelo cronograma, porém, as nomeações que seriam em julho não, gerando frustração e descontentamento nos que aguardavam pela contratação.

A comissão de aprovados procurou o gabinete do deputado Delmasso, pedindo que os esforços necessários sejam feitos para que as nomeações aconteçam de forma a suprir o déficit e cumprir com o estabelecido, o mais rápido possível.


Delmasso falou sobre o pedido. “ Tenho certeza que esses profissionais estão fazendo falta dentro das escolas e unidades da Secretaria. Uma educação de qualidade é construída com pilares que contam com profissionais de diversas áreas, todos tem um papel fundamental nesse processo.”
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